ESSL - Escola Superior de Saúde de Lisboa
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Percorrer ESSL - Escola Superior de Saúde de Lisboa por Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) "04:Educação de Qualidade"
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- Anuário científico da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa - 2023Publication . Biblioteca da ESTeSL; ESTeSLÉ com grande prazer e responsabilidade que apresentamos a 13ª edição do Anuário Científico da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL). Este documento descreve o trabalho meticuloso, inovador e com elevado rigor científico desenvolvido pela nossa comunidade académica ao longo de 2023. Cada página deste anuário é um testemunho do empenho contínuo na procura da excelência pedagógica e científica, bem como da significativa contribuição da ESTeSL para o avanço das áreas da saúde. Este anuário permite a divulgação e reconhecimento do esforço coletivo da nossa comunidade na produção de conteúdos científicos de elevada qualidade. Destes, fazem parte livros, capítulos de livros, artigos publicados em revistas nacionais e internacionais, resumos de comunicações orais e pósteres, bem como os resultados de trabalhos científicos realizados por estudantes dos cursos de 1.º e 2.º ciclo. As contribuições reunidas neste documento abrangem uma ampla gama de temas, desde os aspetos mais teóricos e fundamentais até aos estudos de aplicação prática em contextos específicos de saúde, refletindo a diversidade das áreas de conhecimento que integram a ESTeSL.
- Anuário científico da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa - 2024Publication . Biblioteca da ESTeSLÉ com grande entusiasmo que apresentamos a 14.ª edição do Anuário Científico da Escola Superior de Saúde de Lisboa (ESSL). Esta edição reafirma o papel da nossa Escola como um espaço onde a investigação, a inovação e a prática se cruzam para gerar conhecimento com impacto real na saúde e na sociedade. Mais do que um registo científico, este Anuário é um testemunho da vitalidade e do compromisso da nossa comunidade académica. Ao longo de 2024, estudantes, docentes, investigadores e profissionais desenvolveram trabalhos que refletem rigor, criatividade e responsabilidade científica. As contribuições reunidas — desde livros, capítulos, artigos e comunicações até projetos realizados no âmbito dos cursos de 1.º e 2.º ciclo — evidenciam a diversidade e profundidade das áreas que integram a ESSL e mostram como o conhecimento teórico e aplicado se articula para responder aos desafios contemporâneos da saúde.
- Be Careful: projeto de literacia no combate à desinformação no ensino superiorPublication . Lopes, Carlos; Antunes, Maria Luz; Sanches, TatianaO projeto BE CAREFUL! assenta numa relação de confiança e parceria entre as bibliotecas, os seus profissionais, estudantes e investigadores. O objetivo é combater a dimensão académica e científica do fenómeno da desinformação e garantir a integridade académica, desenvolvendo melhores e mais apuradas competências para o estudo, investigação, publicação e divulgação do conhecimento científico. Para tal, serão traduzidos e adaptados instrumentos e ferramentas que melhorem a qualidade do trabalho académico através do reforço de critérios baseados na literacia da informação, quer na seleção da credibilidade das fontes, quer na aferição de critérios de qualidade das publicações científicas, quer na prevenção do plágio e de outras práticas académicas ilícitas.
- Colaboração de bibliotecários em equipas de investigação em saúdePublication . Antunes, Maria Luz; Lopes, Carlos; Borges, Maria ManuelIntrodução: O bibliotecário tem adotado estratégias que refletem a sua relevância profissional, podendo incorporar os seus conhecimentos na investigação. A colaboração em projetos de investigação em saúde, académicos ou clínicos, é um objetivo em desenvolvimento. Objetivos: Identificar a perceção das competências dos bibliotecários sobre a sua colaboração em equipas de investigação em saúde (EIS); identificar as perceções dos investigadores sobre as competências dos bibliotecários enquanto colaboradores em EIS; identificar as competências que os bibliotecários devem possuir para colaborar com as EIS; redigir um conjunto de recomendações e/ou orientações para a formação de bibliotecários tendo em vista a colaboração com EIS. Métodos: Metodologia mista. A abordagem quantitativa assenta num questionário sobre perceções de competências para uma amostra de investigadores e bibliotecários sobre a colaboração com equipas de investigação em saúde. A abordagem qualitativa assenta numa entrevista semiestruturada sobre perceções de competências e perspetivas do contributo do bibliotecário, realizada junto de bibliotecários da saúde e de uma amostra seletiva de investigadores em saúde. Resultados: A perceção dos participantes no estudo aponta para um conjunto de competências superiormente valorizado pelos investigadores e que o bibliotecário domina: 1) competências que se inserem no chamado core da profissão (seleção de recursos de informação, pesquisa de informação, citar e referenciar, identificação de revistas e editoras predadoras, etc.); 2) competências que o bibliotecário domina, mas que adquiriu em contexto profissional (filtro dos resultados de pesquisa, migração de dados, etc.). Os resultados do estudo permitiram a redação das recomendações para a renovação de competências a integrar na formação do bibliotecário da saúde. Conclusões: Ficou demonstrada a existência de uma interação permanente de competências entre o bibliotecário e os investigadores, que o resultado da colaboração integra um diálogo assente no equilíbrio entre áreas do conhecimento e saberes.
- Colaboração de bibliotecários em equipas de investigação em saúde: perceções, contributos e perspetivasPublication . Antunes, Maria Luz; Lopes, Carlos; Borges, Maria ManuelIntrodução: O bibliotecário tem adotado estratégias que refletem a sua relevância profissional, podendo incorporar os seus conhecimentos na investigação. A colaboração em projetos de investigação em saúde, académicos ou clínicos, é um objetivo em desenvolvimento. Objetivos: Percecionar as competências do bibliotecário da saúde e a opinião que os investigadores têm das competências daquele; perspetivar as competências necessárias para uma colaboração bem-sucedida em equipas de investigação; e redigir as recomendações para a atualização/adaptação/renovação de competências do bibliotecário da saúde tendo em vista a colaboração com equipas de investigação. Métodos: Metodologia mista. A abordagem quantitativa assenta num questionário sobre perceções de competências para uma amostra de investigadores e bibliotecários sobre a colaboração com equipas de investigação em saúde. A abordagem qualitativa assenta numa entrevista semiestruturada sobre perceções de competências e perspetivas do contributo do bibliotecário, realizada junto de bibliotecários da saúde e de uma amostra seletiva de investigadores em saúde. Resultados: A perceção dos participantes no estudo aponta para um conjunto de competências superiormente valorizado pelos investigadores e que o bibliotecário domina: 1) competências que se inserem no chamado core da profissão (a seleção de recursos de informação, pesquisa de informação e suas nuances, citar e referenciar, migração de dados para gestores de referências, identificação de revistas e editoras predadoras e uso de canais formais de disseminação da ciência); 2) competências que o bibliotecário domina, mas que adquiriu em contexto profissional (tradução da metodologia PICO numa equação de pesquisa, filtro dos resultados de pesquisa, extração da evidência científica, uso de algum software de análise de dados, migração de dados das pesquisas para software de análise de dados, criação de gráficos e infográficos, identificação das revistas com maior impacto por área do conhecimento e uso dos canais informais de disseminação da ciência). Características como ser organizado e ter interesse em manter-se atualizado são atitudes também valorizadas. Conclusões: Ficou demonstrada a existência de uma interação permanente de competências entre o bibliotecário e os investigadores, que o resultado da colaboração integra um diálogo assente no equilíbrio entre áreas do conhecimento e saberes. A estreita colaboração entre várias disciplinas proporciona uma oportunidade para o bibliotecário melhorar as suas competências de investigação e de trazer valor acrescentado às equipas de investigação, contribuindo para a melhoria da qualidade, validade e aplicabilidade da investigação. Esta parceria oferece descobertas significativas para a Ciência da Informação, contribuindo para a reflexão e consolidação do campo da Ciência da Informação em estreita interdisciplinaridade com as ciências da saúde e com todas as áreas do conhecimento.
- Competências e formação do bibliotecário da área da saúde: protocolo de uma scoping reviewPublication . Antunes, Maria Luz; Lopes, Carlos; Borges, Maria ManuelO bibliotecário da saúde exerce num ambiente – clínico, académico e de investigação – que requer uma atualização permanente de saberes e competências no acompanhamento a investigadores e profissionais de saúde que dele esperam expertise e contributos específicos. A formação é essencial para o desenvolvimento destas competências e saberes, mas sem um planeamento estruturado da formação especializada, o bibliotecário da saúde corre o risco de perder credibilidade e estatuto. Apresenta-se o protocolo de uma scoping review já em desenvolvimento, cujo objetivo é mapear e analisar as competências e a formação profissional recomendadas para o bibliotecário que atua na área da saúde, preconizadas por associações profissionais e sociedades científicas de âmbito nacional e internacional.
- Experiências dos estudantes de ciências sociais portugueses e espanhóis sobre literacia da informação e o uso de tecnologias móveis no ensino superior: análise qualitativa pós COVID-19Publication . Lopes, Carlos; Caballero Mariscal, David; Antunes, Maria Luz; Sanches, TatianaObjetivo: Analisar comparativamente as experiências e perceções dos estudantes de Ciências Sociais portugueses e espanhóis sobre a utilização e inclusão das tecnologias móveis nos processos de ensino-aprendizagem e refletir sobre o papel das bibliotecas de ensino superior e dos seus profissionais neste contexto. Método: Metodologia socio-construtiva exploratória de grupos focais, baseada numa amostra de dezoito estudantes finalistas de Psicologia e Educação. Resultados: Os estudantes experimentam lacunas significativas nas suas competências no uso de tecnologias móveis. Percebem limitações atitudinais e tecnológicas nos seus professores. Também existem algumas diferenças de atitudes relativamente à inclusão das tecnologias móveis nos processos de ensino-aprendizagem. Os estudantes espanhóis mostraram melhores competências e os estudantes portugueses um nível mais elevado de autoperceção. Discussão/Conclusões: Decorrente da pandemia destaca-se a necessidade de aproximação estudante-professor e as limitações técnicas de alguns professores, sendo necessária uma mentalidade de abertura a novos dispositivos e ferramentas tecnológicas nos processos de ensino. As instituições académicas, e os bibliotecários em particular, devem esforçar-se por compreender o âmbito e as possibilidades das tecnologias móveis para aumentar a motivação dos estudantes e para adquirir competências de informação. Esta reflexão é uma prioridade na otimização dos processos de ensino-aprendizagem.
- IA Generativa no ensino superior: perceções, crenças e desafios éticos dos estudantes de Psicologia e da EducaçãoPublication . Lopes, Carlos; Antunes, Maria Luz; Sanches, TatianaIntrodução: O impacto da Inteligência Artificial Generativa (IA-Gen) está a remodelar o ensino da psicologia e da educação. Este estudo explora as perceções de estudantes destas áreas do conhecimento sobre o uso de ferramentas de IA-Gen no apoio à aprendizagem, focando-se em três dimensões fundamentais: a) facilidade de uso e utilidade percebidas; b) personalização, interatividade e confiança; e c) inteligência percebida e intenção de adoção. Método: Foi adotado um delineamento quantitativo descritivo e uma análise qualitativa a duas questões abertas sobre a IA, envolvendo uma amostra de 272 estudantes (84,93% do género feminino; M = 19,78 anos, Med = 18 anos) a frequentar o primeiro ano de estudos universitários em três instituições de ensino superior portuguesas (Ispa-Instituto Universitário, Instituto de Educação da Universidade de Lisboa e FCSH da Universidade Nova de Lisboa). A amostra é predominantemente composta por estudantes das licenciaturas em Psicologia (73,2%) e Ciências da Educação (12,13%). Os participantes responderam a um questionário de 49 itens, elaborado especificamente pelos autores com base em instrumentos recentes de avaliação da adoção de IA-Gen (e.g., TAME-ChatGPT e a sua versão portuguesa da adoção do TAME-ChatGPT pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro [UTAD]). Resultados: Os resultados revelam que a IA-Gen é considerada uma tecnologia intuitiva e benéfica, com 68,9% dos estudantes a utilizá-la pelo menos semanalmente, sendo o ChatGPT (89%) a ferramenta dominante. As funções principais centram-se na compreensão de tópicos complexos (74,4%) e síntese de conteúdos (65,1%). Contudo, embora os estudantes se classifiquem maioritariamente como utilizadores de nível intermédio (65,4%), reconhecem que a eficácia depende da capacidade de formular boas perguntas (M=4,31). Persistem reservas significativas quanto à fiabilidade da ferramenta: a necessidade de validar a informação com fontes especialistas é quase unânime (M=4,64). Adicionalmente expressam-se preocupações com a erosão do pensamento crítico (M=3,94), o risco de plágio e a falta de segurança de dados (M=2,71). No plano macrossocial destaca-se uma consciência elevada sobre o impacto ambiental negativo da tecnologia (M=3,75). Discussão e Conclusões: Os estudantes manifestam uma postura de otimismo crítico, estando inclinados para a adoção tecnológica, mas conscientes das suas limitações éticas e cognitivas. A inteligência da IA é valorizada para funções explicativas, mas considerada inferior à dos docentes (M=2,44), sublinhando a importância da mediação humana. Estes resultados, contextualizados aos estudantes das áreas de Psicologia e Educação, ressaltam a urgência de estratégias de integração bem fundamentadas que alinhem o uso da IA-Gen com os princípios da Ciência Aberta, garantindo a transparência, a fiabilidade e o acesso livre a dados verificáveis. Diretrizes institucionais claras, o desenvolvimento profissional do corpo docente e iniciativas de formação em literacia em IA para estudantes são fundamentais para maximizar o potencial da IA-Gen e mitigar riscos como a dependência excessiva e a falta de originalidade académica.
- Inovação em saúde através da colaboração científica entre o Instituto Politécnico de Lisboa e a Universidade de Macau: impacto e perspetivas futurasPublication . Brito, Miguel; Andaluz, Stephanie; Martins, Rui; Melício, Fernando; Margato, ElmanoA Escola Superior de Saúde de Lisboa - ESSL, do Instituto Politécnico de Lisboa - IPL (Polytechnic University of Lisbon), por intermédio do seu centro de investigação, Health & Technology Research Center - H&TRC, iniciou em 2018 um mecanismo de colaboração com a Universidade de Macau - UM, com o objetivo de formar estudantes de doutoramento e de desenvolver projetos de investigação conjuntos na área da Saúde Humana. A colaboração entre a UM e o IPL foi iniciada em maio de 2018, com uma visita oficial de uma delegação do IPL a Macau, tendo sido assinado um protocolo de cooperação entre as duas instituições, pelo reitor da UM e pelo presidente à data do IPL. O protocolo prevê a promoção de atividades de ensino e investigação em áreas de interesse comum, bem como a colaboração em projetos de investigação. Atualmente, uma estudante portuguesa está a realizar o seu doutoramento na Faculdade de Ciências da Saúde (Faculty of Health Sciences – FHS) da UM, com o apoio duma bolsa da área dos Assuntos Globais desta Universidade. O trabalho decorre no Laboratório de Referência do Estado em Circuitos Integrados em Muito Larga Escala Analógicos e Mistos (State Key Laboratory of Analog and Mixed Signal VLSI - AMSV) e na Faculdade de Ciências e Tecnologia (Faculty of Science and Technology – FST) da UM e no H&TRC, estando em desenvolvimento um dispositivo de diagnóstico portátil para a doença das células falciformes. A colaboração com a FHS da UM estende-se ainda à área da integração de dados multi-ómicos e biologia computacional na análise metagenómica de dados de projetos de investigação do H&TRC, especificamente na análise do microbioma intestinal. Esta colaboração já permitiu publicar vários artigos científicos e está a ser preparada uma patente. Atualmente, as duas instituições estão a candidatar-se a financiamentos, tanto em Portugal como em Macau, com o objetivo de ampliar e reforçar esta colaboração. A colaboração Lisboa-Macau é um exemplo do desenvolvimento de investigação colaborativa de ponta entre instituições de ensino superior.
- Interactive digital models combined, using radiological images in the teaching of human anatomy to Medical Imaging and Radiotherapy studentsPublication . Ribeiro, Maria Margarida; Carolino, Elisabete; Mendonça, PaulaThe recent graduates in Medical Imaging and Radiotherapy (IMRT) lack anatomical knowledge for safe clinical practice, mainly due to the reduction of clinical practice and integration, and pedagogical models, which should undergo curricular reform. This project aims to create an innovative and digital-based matrix for the teaching of the syllabus of Anatomy, which considers the aspects described above, stimulates new practices, and promotes a broad discussion among health schools. According to a socio-constructivist model and connectivism logic, an innovative plan based on digital teaching was developed to be applied in the Anatomy course, through learning by doing coherence to promote networked, technologically and digitally mediated learning, in which the teacher is a mediator of learning. With this method, we think that the student will develop skills in socialization and collaborative learning, increasing complexity (Bloom's taxonomy). The plan was developed in three thematic blocks, with synchronous and asynchronous typology, distributed in hours of direct contact and autonomous work.
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