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  • A self‐comfort oriented pattern of regulatory behavior and avoidant attachment are more likely among infants born moderate‐to‐late preterm
    Publication . Fuertes, Marina; L. Gonçalves, Joana; Barbosa, Miguel; Almeida, Rita; Lopes‐dos‐Santos, Pedro; Beeghly, Marjorie
    Infants born preterm (<37 gestational weeks, GW) are at increased risk for regulatory difficulties and insecure attachment. However, the association between infants' regulatory behavior patterns and their later attachment organization is understudied in the preterm population. We addressed this gap by utilizing a Portuguese sample of 202 mother-infant dyads. Specifically, we compared the regulatory behavior patterns of 74 infants born moderate-to-late preterm (MLPT, 32-36 GW) to those of 128 infants born full-term (FT, 37-42 GW) and evaluated the associations of these regulatory patterns with later attachment. Infants' regulatory behavior patterns (Social-Positive Oriented, Distressed-Inconsolable, or Self-Comfort Oriented) were evaluated in the Face-to-Face-Still-Face paradigm at 3 months, and their attachment organization (secure, insecure-avoidant, or insecure-ambivalent) was evaluated in the Strange Situation at 12 months corrected age. In both samples, the Social-Positive-Oriented regulatory pattern was associated with secure attachment; the Distressed-Inconsolable pattern with insecure-ambivalent attachment; and the Self-Comfort-Oriented pattern with insecure-avoidant attachment. However, compared to FT infants, infants born MLPT were more likely to exhibit a Self-Comfort-Oriented pattern and avoidant attachment. Most perinatal and demographic variables were not related to infant outcomes. However, infants with a higher 1-min Apgar were more likely to exhibit the Social-Positive-Oriented regulatory pattern and secure attachment.
  • Qual a distinção entre Participar, Colaborar e Cooperar? Estudo acerca da representação de educadores/as de infância relativamente à participação, colaboração e cooperação da criança em atividades conjuntas
    Publication . Fuertes, Marina; Equipa Tandem
    Em construção conjunta como a atividade Tandem, a criança aprende a participar (e.g., fazer propostas, planificar), a colaborar (e.g., ajudar o outro) e a cooperar (e.g., a fazer em conjunto, negociar). A atividade Tandem permite que, com tempo e materiais predefinidos, os participantes (adulto e criança) construam algo à sua escolha. Nesta pesquisa, convidámos 10 educadoras (> 5 anos de experiência profissional) a participarem na atividade Tandem com duas crianças da sua sala (uma menina e um menino) e a relatarem-nos a experiência em grupos focais. O objetivo último desta pesquisa é compreender os conceitos de participação, colaboração e cooperação dos participantes e a sua perspetiva quanto ao papel do adulto e da criança em tarefas colaborativas. Os resultados indicam que a atividade desperta o interesse, motivação e satisfação da criança. A diversidade e quantidade de materiais conjuntamente com a natureza individualizada da tarefa parecem ser mais-valias, porém, para ter efeitos positivos e duradouros na educação da criança, a tarefa deverá realizar-se com regularidade e guiada por objetivos pedagógicos. As educadoras refletem sobre a experiência centradas no seu papel educativo e no papel de aprendiz da criança. Raramente discutem conceitos como envolvimento mútuo, participação conjunta e parceria.
  • Patterns of regulatory behavior in the still-face paradigm at 3 months: A comparison of Brazilian and Portuguese infants
    Publication . Fuertes, Marina; Ribeiro, Camila; Barbosa, Miguel; Gonçalves, Joana; Teodoro, Ana Teresa; Almeida, Rita; Beeghly, Marjorie; Lopes dos Santos, Pedro; Lamônica, Dionísia
    Three infant regulatory behavior patterns have been identified during the Face-to-Face Still- Face paradigm (FFSF) in prior research samples: a Social-Positive Oriented pattern (i.e., infants exhibit predominantly positive social engagement), a Distressed-Inconsolable pattern (i.e., infants display conspicuous negative affect that persists or increases across FFSF episodes), and a Self-Comfort Oriented pattern (e.g., infants primarily engage in self-comforting behaviors such as thumb-sucking). However, few studies have examined these patterns outside US and European countries or evaluated potential cross-country differences in these patterns. In this study, we compared the regulatory behavior patterns of 74 Brazilian and 124 Portuguese infants in the FFSF at 3 months of age, and evaluated their links to demographic and birth variables. The prevalence of the three regulatory patterns varied by country. The most frequent pattern in the Portuguese sample was the Social-Positive Oriented, followed by the Distressed-Inconsolable and the Self-Comfort Oriented. However, in the Brazilian sample, the Distressed-Inconsolable pattern was the most prevalent, followed by the Social- Positive Oriented and the Self-Comfort Oriented. Moreover, in the Brazilian sample, familial SES was higher among infants with a Social-Positive pattern whereas 1st-minute Apgar scores were lower among Portuguese infants with a Distressed-Inconsolable Oriented pattern of regulatory behavior. In each sample, Social Positive pattern of regulatory behavior was associated with maternal sensitivity, Self-Comfort Oriented pattern of regulatory behavior with maternal control, and Distressed-Inconsolable pattern with maternal unresponsivity.
  • Teoria, práticas e investigação em intervenção precoce II
    Publication . Fuertes, Marina; Nunes, Clarisse; Rosa, João; Almeida, Ana Rita; Esteves, Sandrina
    O mestrado de Intervenção Precoce da Escola Superior de Educação (ESELx) do Instituto Politécnico de Lisboa apresenta o seu terceiro ebook. Este livro pretende ser uma janela aberta para as dissertações de mestrado e para a investigação desenvolvida pelos seus estudantes no seio dessas teses. Estes trabalhos empíricos são enquadrados por dois artigos de revisão redigidos por convidados que ajudam a traçar o mapa conceptual da prática na intervenção precoce.
  • Face-to-face still-face: Comparison between interactive behaviors of full-term and preterm infants
    Publication . Chiodelli, Taís; Rodrigues, Olga; Pereira, Veronica; Lopes-dos-Santos, Pedro; Fuertes, Marina
    Some studies indicate differences in self-regulatory behaviors of infants, depending on their gestational age. This paper aimed to compare interactive behaviors of full-term and preterm infants in the Face-to-Face Still-Face (FFSF) paradigm. Thirty prematurely born infants and thirty full-term infants were observed in the FFSF’s experimental procedure, which consists in exposing the infant to two episodes of interaction with the mother plus another episode in which the interaction gets interrupted. The Coding System and Analysis of Infant Behaviors Expressed in Still-Face adapted was used to analyze the infants’ interactive behaviors. Significant differences were observed in self-comfort behaviors. All the infants showed the still-face and the recovery effect, and full-term infants showed a carry-over effect. Results contribute to planning interventions that will help mothers promote more positive dyadic interactions.
  • Relação mãe-filho(a) em bebés transportados junto ao peito e em bebés transportados em carrinhos
    Publication . Bárbara, Carina Santa; Carvalho, Olívia de; Fuertes, Marina
    Dado que o contacto físico está associado à qualidade da vinculação e da relação mãe-filho(a), procurámos estudar a qualidade dessa interação em 26 bebés transportados junto ao peito das suas mães. Os bebés tinham entre 6 e 36 meses (13 meninas, 13 meninos) e não apresentavam problemas de desenvolvimento. A qualidade da interação mãe-filho(a) foi avaliada em jogo livre através da escala CARE-Index, os resultados da aplicação desta escala permitiram selecionar as díades com elevada qualidade (pontuação superior a 9) e díades de baixa qualidade (com menos de 6 pontos). Posteriormente, o comportamento diádico foi descrito em termos das respostas faciais, vocais, afetivas, diretivas, lúdicas e recíprocas das mães e dos bebés em díades de elevada/boa qualidade diádica versus de baixa qualidade. Nas díades de elevada qualidade, a interação é caraterizada pela participação, reciprocidade, afetividade positiva, partilha de prazer e envolvimento. Contudo, nas díades de baixa qualidade interativa verifica-se, sobretudo, a falta de envolvimento e participação, evidente no jogo isolado ou paralelo. Comparativamente a outros estudos nacionais, nesta amostra observam-se menos comportamentos abusivos, intrusivos ou negligentes. Tal seria de esperar, dado que se trata de um grupo de classe média com elevada literacia materna. Contudo, 6 em 26 díades tinham baixa qualidade interativa, o que indica que o mero transporte junto ao corpo por si só não é garante de uma relação afetiva positiva e recíproca.
  • Um olhar sobre a grande prematuridade: a investigação com bebés nascidos com menos de 32 semanas de gestação
    Publication . Antunes, Sandra; Fuertes, Marina; Moreira, João
    Os bebés de pré-termo (com menos de 32 semanas) ou com muito baixo peso ao nascer (abaixo dos 1500g) apresentam um risco agravado de problemas de saúde e constitucionais, capazes de afetar o seu desenvolvimento. A taxa de sobrevivência de bebés com grande e extrema prematuridade aumentou na última década, com a melhoria dos cuidados peri e neonatais. Contudo, estes bebés enfrentam um significativo conjunto de problemas durante a fase perinatal, que podem fazer perigar a sua sobrevivência e qualidade de vida. Neste sentido, importa rever o estado de arte sobre a grande prematuridade e sumariar o conhecimento atual em relação às causas e consequências do parto prematuro, assim como aos fatores que podem moderar essas consequências. No presente artigo, o desenvolvimento psicológico dos bebés de pré-termo, com menos de 32 semanas de gestação, é abordado em quatro domínios – desenvolvimento cognitivo, desenvolvimento emocional e comportamental, desenvolvimento social e adaptação escolar – dando-se especial ênfase aos aspetos que mais influenciam a sua qualidade de vida. Espera-se que esta revisão de literatura contribua para um melhor conhecimento sobre o desenvolvimento do bebé pré-termo e para a compreensão do papel da família nesse percurso.
  • The impact of low birthweight in infant patterns of regulatory behavior, mother-infant quality of interaction, and attachment
    Publication . Fuertes, Marina; Antunes, Sandra; Martelo, Inês; Dionisio, Francisco
    It remains unclear whether infants born preterm are more likely to develop an insecure attachment with their mothers. In this study, instead of using gestational age criteria, we observe attachment in infants born with very low birthweight. Although the collinearity between gestational age and birthweight is high, infants born with very low birthweight for their gestational age tend to stay more days in NICU and to have more comorbidities than other infants with the same gestational age. Thus, we wonder about the impact of low gestational birth (per se) in infants' regulatory behavior, the quality of mother-infant interactions, and attachment security. The participants are 71 infants' weight lower than 1599 g of gestational weight (varying between 23 and 34 weeks of gestational) and their mothers. Dyads were observed in free play and during Face to Face Still-Face paradigm with infants at 3 months of corrected age. At 12 months of corrected age, mother-infant attachment was observed during Strange Situation. Results indicate that infants with low/very low gestational birthweight have high levels of insecure attachment (70 %) and non-positive patterns of regulatory behavior (64 %). Maternal and infant interactive behavior is highly associated with infant attachment. In turn, maternal interactive behavior is associated with gestational age, birthweight, and number of days in NICU.
  • Qualidade da vinculação e desenvolvimento de crianças em acolhimento residencial
    Publication . Marques, Débora; Esteves, Sandrina; Fuertes, Marina
    A investigação indica que as crianças e jovens em acolhimento residencial apresentam predominantemente um padrão de vinculação insegura. Sabendo que a vinculação insegura está associada a problemas de internalização e externalização de emoções, problemas de regulação emocional, dificuldades na relação com os pares, entre outros problemas, esta alteração socioemocional pode afetar o desenvolvimento e bem-estar da criança em acolhimento. Neste sentido, pretendeu-se investigar a qualidade da vinculação e o desenvolvimento de crianças em acolhimento residencial. Para o efeito, foi aplicada a escala Schedule of Growing Skills II, para avaliar o desenvolvimento da criança, e o Preschool Attachment Assessment (PAA), para estudar a representação da vinculação. Participaram, nesta investigação exploratória, seis crianças de idades compreendidas entre os três e os seis anos. As crianças em estudo tinham, em comum, histórias de negligência parental, sendo que três delas viveram situações de exposição à violência doméstica. Todas as crianças apresentaram uma representação da vinculação insegura-evitante e três das crianças referidas apresentavam ligeiros atrasos de desenvolvimento face à idade cronológica. A descrição das narrativas das crianças revelou uma elevada incidência de comportamentos de evitamento, ausência de base segura, elementos de desconforto, bem como fuga ao acesso das representações da vinculação. Esta investigação exploratória corrobora os dados nacionais e internacionais, que indicam que as crianças em acolhimento residencial se encontram em risco de atraso de desenvolvimento e manifestação de uma vinculação insegura. Deste modo, os profissionais de educação apoiam estas crianças através do desenvolvimento de práticas centradas no conceito de base segura.
  • Antibiotic consumption, illness, and maternal sensitivity in infants with a disorganized attachment
    Publication . Fuertes, Marina; Faria, Anabela; Gonçalves, Joana L.; Antunes, Sandra; Dionisio, Francisco
    Prior research found an association between mother–infant attachment and antibiotic use. Ambivalent-attached infants are more likely to take antibiotics than other infants, and their mothers tend to be less sensitive to their needs than most. This finding is important because it shows the association between psychological processes, early relationships, and health outcomes. We aim to learn about children with high-risk attachment relationships, such as disorganized-attached infants. This study compares antibiotic use, infant–mother interactive behavior, and health indicators according to infant attachment patterns (including disorganized attachment). For this purpose, we observed mothers–infants’ interactive behavior in free play at nine months and infants’ attachment in the Ainsworth Strange Situation at twelve months. Participants included 77 girls and 104 boys (full-term and preterm) and their mothers. Paradoxically, mothers of disorganized-attached infants reported that their children were ill only 1.56 times on average, but 61% of their children used antibiotics in the first nine months. The other mothers reported that their children were sick 5.73 times on average, but only 54% of their children used antibiotics in the same period. Infants with disorganized attachment had mothers who were more literate and less sensitive. These results add to a body of research that shows that early high-risk relationships affect children’s lives at multiple levels.