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Publicação

Sentidos figurados: cinema, imagem, simulacro, narrativa. Volume 4: facializações cinematográficas: especificidades portuguesas e estudos de casos

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Pensar o cinema obriga-nos a regressar ao persistente duelo entre iconófilos e iconoclastas e à importância da figuração nos cristianismos e especialmente na catolicidade: a história das artes “ocidentais” não teria sido a que foi se a igreja de Roma não tivesse desempenhado, desde os seus primeiros tempos, o papel de promotora da produção de imagens. Muitos séculos antes de Hollywood, o Vaticano e os seus príncipes montaram e financiaram a principal fábrica de sonhos desse mundo. Os primeiros séculos do cristianismo, mas particularmente a catolicidade romana posterior ao cisma, propulsionou, ciclicamente combatida por iconoclasmas, o culto das imagens, apadrinhando a pintura e a escultura desde a longa idade média até ao renascimento e ao barroco. O cinema é um herdeiro directo dessa tradição iconófila. A fechar esta reflexão, publicamos uma caracterização do cinema português e comentários a alguns dos seus filmes.

Descrição

Coleção Estudos e Reflexões

Palavras-chave

Cinema Imagem Simulacro Narrativa

Contexto Educativo

Citação

Mendes, J. M. (2019). Sentidos figurados: cinema, imagem, simulacro, narrativa. Volume 4: facializações cinematográficas: especificidades portuguesas e estudos de casos. Instituto Politécnico de Lisboa. https://doi.org/10.34629/ipl.sp.ebook.004

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