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Percorrer ESELx - Escola Superior de Educação de Lisboa por assunto "1.º CEB"
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- Aprender com as plantas: articulação disciplinar entre as ciências naturais e o português numa turma de 1.º ano do ensino básicoPublication . Passinhas, Rui Pedro Nunes; Cardoso, Maria Adriana PríncipeO presente relatório foi elaborado no âmbito da unidade curricular de Prática de Ensino Supervisionada II do Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e de Matemática e Ciências Naturais no 2.º Ciclo do Ensino Básico. O relatório está dividido em duas partes. A primeira descreve as práticas pedagógicas desenvolvidas nos contextos de estágio dos 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico, acompanhadas de uma análise reflexiva e comparativa. São abordados aspetos como o desenvolvimento de competências dos alunos, a organização do currículo, a relação pedagógica e os processos de avaliação. A segunda parte apresenta o estudo de investigação Aprender com as plantas: articulação disciplinar entre as Ciências Naturais e o Português num 1.º ano do ensino básico, realizado com uma turma de 20 alunos com diferentes níveis de aprendizagem. Este estudo adota uma abordagem mista, de caráter descritivo e exploratório. A intervenção, que decorreu ao longo de várias semanas, integrou atividades práticas e interdisciplinares sobre o estudo das plantas, bem como a produção de descrições escritas. A recolha de dados baseou-se em questionários, fichas de registo, trabalhos dos alunos e observações sistemáticas. As técnicas de análise de dados envolveram a análise de conteúdo e a estatística descritiva. Os resultados obtidos demonstraram um progresso significativo nas competências científicas e linguísticas dos alunos, nomeadamente no que se refere à identificação das partes constituintes das plantas, à compreensão das suas necessidades básicas para o crescimento e à produção de descrições estruturadas. Conclui-se que a articulação entre as áreas de Ciências Naturais e de Português favorece aprendizagens significativas, sendo valorizada a utilização de metodologias ativas, a exploração do meio natural e as ferramentas digitais como recursos que potenciam a motivação, a autonomia e a consolidação do vocabulário científico.
- Estratégias promotoras da participação oral de um aluno com perturbação do espetro do autismo em sala de aulaPublication . Falcão, Maria Inês Arnao Metello Perdigão; Nunes, Clarisse; Tempera, TiagoO presente relatório foi desenvolvido no âmbito da Unidade Curricular de Prática de Ensino Supervisionada II (PES II), integrada no Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB) e de Matemática e Ciências Naturais do 2.º Ciclo do Ensino Básico, ministrado na Escola Superior de Educação de Lisboa. A primeira parte do relatório destina-se à descrição detalhada dos dois estágios realizados no âmbito da PES II e à sua análise crítica e reflexiva. A segunda parte do relatório centra-se, então, no estudo desenvolvido, com a temática “Estratégias que promovem a participação oral de um aluno com Perturbação do Espetro do Autismo em sala de aula”. O estudo foi realizado no contexto do 1.ºCEB, numa turma de 1.º ano e envolveu a professora cooperante e os alunos da turma, sendo que se focou no aluno com Perturbação do Espetro do Autismo (PEA). Tendo em conta os objetivos definidos, foi utilizada uma abordagem metodológica de natureza qualitativa, na modalidade de estudo de caso. Para recolha de dados foram utilizadas as técnicas de observação direta, entrevista semiestruturada, pesquisa documental e testes sociométricos. Os dados das observações, da entrevista e da pesquisa documental foram analisados com recurso à análise documental, análise de conteúdo e à análise de redes sociais. Após a análise dos dados, conclui-se que o aluno com PEA tem um bom desempenho académico, mas a sua participação oral é afetada pela insegurança e medo de falhar, preferindo trabalhar individualmente. Estratégias como a proximidade do adulto, clareza nas instruções orais, uso de instruções escritas, repetição de instruções e feedback constante, são importantes para facilitar a sua participação oral. A confiança no professor e um ambiente emocionalmente seguro incentivam a sua participação, enquanto o feedback positivo aumenta a autoestima e a motivação. Estas estratégias são eficazes porque aumentam a segurança e a confiança do aluno, promovendo um ambiente inclusivo e encorajador da participação oral.
