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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
“Que coisa é o filme” tenta determinar que realidade é fabricada e dada a ver pelo cinema, sabendo-se que a indexicalidade (ou indicialidade) das imagens foto-cinematográficas foi o pilar conceptual do realismo ontológico de André Bazin e de toda uma geração de autores por ele influenciada. O texto apoia-se na semiologia pragmática de Charles Sanders Pierce para propor que as imagens foto-cinematográficas podem indistintamente funcionar como símbolos, ícones ou índices, e analisa casos de maior intimidade entre o cinema e a pintura, abrindo-se a uma perspectiva caraterística dos estudos interartes.
Descrição
Palavras-chave
Cinema Indicialidade Picturalismo
