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“Toda a gente quer ser rosa!” – Práticas institucionais de combate ao racismo

dc.contributor.advisorToledo, Leonorpt_PT
dc.contributor.authorMoreira, Neide Cristina Baessa
dc.date.accessioned2022-03-29T09:52:36Z
dc.date.available2022-03-29T09:52:36Z
dc.date.issued2021-07-21
dc.descriptionRelatório de Prática de Ensino Supervisionada apresentado à Escola Superior de Educação de Lisboa para obtenção de grau de mestre em Educação Pré-Escolarpt_PT
dc.description.abstractNeste relatório pretende-se refletir sobre a prática pedagógica desenvolvida em contexto de jardim de infância (JI), no período de 9 de novembro de 2020 a 6 de abril de 2021, com um grupo de 23 crianças, incluindo, também, uma investigação sobre práticas de combate ao racismo. A necessidade de investigar sobre este tópico surgiu a partir de uma interação com uma das crianças, a qual, se expressou com ideais racistas, fato que chamou a minha atenção. Considerando que nenhuma fração da sociedade está isenta do racismo, nem mesmo o ambiente escolar e que, também é papel da escola atuar no sentido oposto ao racismo, procurei, nesta investigação analisar as práticas pedagógicas da educadora e da instituição e verificar comportamentos das crianças negras e brancas, de modo a compreender se aspetos como a falta de representatividade pode afetar o comportamento delas e, por fim, o que poderia ser feito para reajustar (ou não) algumas práticas. A investigação assumiu uma natureza qualitativa, tendo recorrido à metodologia de investigação-ação. As conclusões são resultado do cruzamento das informações provenientes das várias fontes de recolha de informação: observação participante, registos fotográficos, notas de campo, reflexões semanais, entrevista à única funcionária negra da instituição e atividades com as crianças. Além disso, procurei articular essa informação com as fontes de pesquisa bibliográfica: livros, artigos científicos, legislação e relatórios. As conclusões apontam para o facto de, nestas idades (4/5 anos) as crianças começam a ter as primeiras noções do racismo, reproduzindo algumas atitudes que possam ver no contexto familiar. Por outro lado, não parece haver ainda consciência de como o seu comportamento ou aquilo que dizem pode afetar os seus pares. Relativamente à ação do adulto, as análises indicam que, apesar de alguns profissionais estarem conscientes de que é necessária uma ação para combater comportamentos como estes, não sabem como o fazer ou sentem-se constrangidos por terem de fazê-lo.pt_PT
dc.description.abstractAbstract In this report it´s intended to think about the pedagogical practice developed in a Kindergarden context over the period of november 9th of 2020 to april 6th of 2021, with a gruop of 23 children, including also na investigation about practices to fight racism. The necessity to investigate about this topic emerged from na interaction with one of the children, which expressed herself wiith rcist ideas, fact tht caught my attention. Whereas that neither fraction of the society is exempted of racismo, not even the school enviroment and that, i tis the school’s role to act in the opposite direction of racismo, I seeked, on this investigation to analyze the educator«s pedagogicl practice and the institution as well, and verify the black and white children’s behavior so i could understand if aspects as the lack of representativeness can affect their behavior and, at last, what could be done to adjust (or not) some practices. The investigation took on a qualitative nature, having resorted to the investigation-action methodology. The conclusions are the result of a cross-check from several sources: participant observation, photographic register, field notes, weekly reflections, interview to the only black employee and activities with the children. Other than that, I seeked to articulate that information with the sources of the bibliographic research: books, scientific articles, legislation, and reports. The conclusions point to the fact that, on these ages (4/5 years-old), children start to have their first notion of racism, reproducing some of the behaviors they might see on the familiar context. On the other hand, there still seems to be no awareness of how their behavior or what they say can affect their peers. Regarding the action of the adult, the analyzes indicate that although some professionals are aware that action is needed to combat behaviors like these, they do not know how to do it or feel embarrassed for having to do it.pt_PT
dc.description.versionN/Apt_PT
dc.identifier.citationMoreira, N. C. B. (2021). “Toda a gente quer ser rosa!” – Práticas institucionais de combate ao racismo (Dissertação de mestrado não publicada). Instituto Politécnico de Lisboa, Escola Superior de Educação, Lisboa Disponível em: http://hdl.handle.net/10400.21/14531pt_PT
dc.identifier.tid202935710
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.21/14531
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectRacismopt_PT
dc.subjectJardim de infânciapt_PT
dc.subjectCriançaspt_PT
dc.subjectPráticas pedagógicaspt_PT
dc.subjectRacismpt_PT
dc.subjectKindergartenpt_PT
dc.subjectChildrenpt_PT
dc.subjectPedagogical practicespt_PT
dc.title“Toda a gente quer ser rosa!” – Práticas institucionais de combate ao racismopt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameEducação Pré-Escolar

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