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Publicação

As plataformas museológicas digitais e a cultura de participação

dc.contributor.authorCenteno, Maria João
dc.contributor.authorPina, Helena Figueiredo
dc.date.accessioned2019-09-20T10:06:10Z
dc.date.available2019-09-20T10:06:10Z
dc.date.issued2019
dc.descriptionArtigo baseado na comunicação proferida no 10º Congresso da SOPCOM, realizado no Instituto Politécnico de Viseu, em Viseu, Portugal, 27-29 novembro 2017pt_PT
dc.description.abstractA esfera pública cultural pode ser definida como o espaço simbólico em que se articulam organizações, políticas e públicos de acordo com modos de comunicação afetiva – estética e emocional, e não só cognitiva, tendo em conta que a comunicação afetiva ajuda os indivíduos a pensar reflexivamente sobre as situações que compõem o seu “Mundo da Vida” (Husserl, 1936). Se, no lugar das organizações, perspetivarmos uma plataforma museológica digital, a urgência em a organizar participativamente é vital: como promotora de redes de relações cuja atividade cooperativa se pretende recorrente (noção de Art World de Becker, 1982) consolida-se a rutura da relação organização/cliente de carácter instrumental e dirigida de acordo com os interesses apenas de uma das partes. O presente artigo propõe-se problematizar o papel das plataformas museológicas digitais na medida em que não se devem limitar a apresentar manifestações culturais, mas promover a ação e a disputa argumentativa, ou seja, aumentar a esfera pública no sentido intersubjetivo. “Bem-vindos à cultura da convergência, onde os velhos e os novos media colidem, (…) onde o poder do produtor e o do consumidor interagem de formas imprevisíveis. (…) Os consumidores serão mais poderosos na cultura de convergência - mas só se reconhecerem e usarem esse poder quer como consumidores, quer como cidadãos, como participantes plenos na nossa cultura”. (Jenkins, 2006,p. 270) É esta imersão na cultura de convergência que pretendemos verificar a partir da presença online dos museus da cidade de Lisboa.pt_PT
dc.description.abstractABSTRACT: The cultural public sphere can be defined as the symbolic space in which organizations, politics and public articulate themselves according to modes of affective - aesthetic and emotional communication, and not only cognitive, taking into account that affective communication helps individuals to think reflexively on situations that make up their “Lifeworld” (Husserl, 1936).If, in the place of organizations, we put a digital museological platform, the urgency to organize it in a participatory manner is vital: as a promoter of relationship networks whose cooperative activity is intended to recur (concept of Art World from Becker, 1982) consolidates the break in the relationship between the organization and client of an instrumental nature and directed according to the interests of only one of the parties. This paper proposes to problematize the role of digital museological platforms since they should not limit themselves to present cultural manifestations, but to promote action and argumentative dispute, that is, to increase the public sphere in the intersubjective sense. Welcome to convergence culture, where old and new media collide, (…) where the power of the media producer and the power of the media consumer interact in unpredictable ways. (…) Consumers will be more powerful within convergence culture - but only if they recognize and use that power as both consumers and citizens, as full participants in our culture. (Jenkins, 2006, p.270). It is this immersion in convergence culture that we want to verify from the online presence of Lisbon museums.eng
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.identifier.citationCenteno, M.J. & Pina, H.F. (2019). As Plataformas Museológicas Digitais e a Cultura de Participação. In T. Antas de Barros, S. Ferreira, P. Lobo, S. Morais, P.Rodrigues, F.Sobral, & L. Sousa (eds.) Livro de Atas do 10º Congresso Sopcom: Ciências da Comunicação: Vinte Anos de Investigação em Portugal (pp. 52-64). Disponível em setembro, 20, 2019, em: http://www.bocc.ubi.pt/pag/sopcom/x-congresso.pdfpt_PT
dc.identifier.isbn978-989-99840-4-2
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.21/10514
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.publisherSOPCOMpt_PT
dc.publisherInstituto Politécnico de Viseupt_PT
dc.relation.publisherversionhttp://www.bocc.ubi.pt/pag/sopcom/x-congresso.pdfpt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/pt_PT
dc.subjectPlataformas museológicas digitaispt_PT
dc.subjectParticipaçãopt_PT
dc.subjectAção/comunicaçãopt_PT
dc.subjectDigital museological platformeng
dc.subjectParticipationeng
dc.subjectAction/communicationeng
dc.titleAs plataformas museológicas digitais e a cultura de participaçãopt_PT
dc.title.alternativeDigital museological platforms and participatory cultureeng
dc.typebook part
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceInstituto Politécnico de Viseu, Viseu, Portugalpt_PT
oaire.citation.endPage64pt_PT
oaire.citation.startPage52pt_PT
oaire.citation.title10º Congresso Sopcom: Ciências da Comunicação: Vinte Anos de Investigação em Portugalpt_PT
person.familyNameAnastácio Centeno
person.familyNameFigueiredo Pina
person.givenNameMaria João
person.givenNameHelena
person.identifier.ciencia-idB217-89A5-0F6F
person.identifier.ciencia-idE61B-0C90-EFCA
person.identifier.orcid0000-0003-4963-3119
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typebookPartpt_PT
relation.isAuthorOfPublication1cdc688c-42b9-4f3c-b2e4-a03256d2675c
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