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Orientador(es)
Resumo(s)
Portugal manteve até ao final do segundo conflito mundial o estatuto de país neutral. O exercício deste posicionamento externo, em boa medida possível devido à subalternidade estratégica da Península Ibérica, não deixou de denunciar a limitada margem de manobra do governo português. O campo dos média não foi excepção: mercê das circunstâncias internacionais, o Estado Novo, que assumira a propaganda e a censura como valiosos instrumentos de governação, é obrigado a consentir que se desenvolvam aparelhos de propaganda dos países beligerantes, que com ele rivalizam na formação da opinião dos portugueses.
A arma da propaganda foi assumida como uma variante da atividade diplomática e percecionada como forma particularmente eficaz de pressão sobre governos neutrais.
Descrição
Palavras-chave
Propaganda Censura Diplomacia II Guerra Mundial
Contexto Educativo
Citação
BARROS, Júlia Leitão de - O cerco da guerra: diplomacia e política de informação do Estado Novo (1940-42). In: Conferência Salazar e os Media, os Media e Salazar, Lisboa, (Instituto de Ciências Sociais - ULisboa), 2015 (29 a 30 outubro)
Editora
Instituto de Ciências Sociais - ULisboa
