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Da cenografia como laboratório de todas as artes: José Manuel Castanheira

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Resumo(s)

Depois das experiências iniciáticas da década de 70 (com início “visível” em 1973) e da sua confirmação, nos anos 80, como um dos mais persistentes criadores do post 25 de Abril, a arte cenográfica do arquitecto e designer José Manuel Castanheira (n. em Castelo Branco em 1952, o que é significativo, como se poderá inferir pela sua extrema fidelidade a raízes, lugares e pessoas) foi caracterizada por uma forte geometrização da cena, isto é, pela construção de espaços de modo a evidenciar a associação do volume geométrico com o cenário concebido como arquitectura, como instalação ou como suporte de pintura.

Descrição

Este é o primeiro texto crítico sobre a obra cenográfica de José Manuel Castanheira até 2001.

Palavras-chave

Cenografia portuguesa José Manuel Castanheira A noite e o momento Todos os cómicos acabam com uma canção Um jeep em segunda mão À procura do presente Frida, ou a casa azul Quem tem medo de Virginia Woolf San Juan O cerco de Leninegrado A voz humana Fantasma da ópera Platonov O jardim das cerejas Auto da Índia Lua desconhecida O avarento Vassa Geleznova Memorial do convento La cruzada de los niños de la calle El alcalde Zalamea Rei Lear As três irmãs Tio Vânia A prova

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