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Orientador(es)
Resumo(s)
As práticas atualmente recomendadas em Intervenção Precoce na
Infância (IPI) refletem o avanço da investigação, quer neste campo específico,
quer no campo do desenvolvimento das crianças. O crescente
enfoque em práticas centradas na família, nas rotinas/atividades diárias
e na funcionalidade implica uma transformação na forma de os
profissionais de IPI facultarem os seus serviços, nomeadamente, a passagem
de um serviço direto (i.e., de um para um) com a criança para
um trabalho colaborativo com os adultos significativos para a criança.
Esta transformação não constitui uma tarefa simples, quer quando o
interlocutor é a família, quer quando se trata do(a) educador(a) de infância.
Partindo do conhecimento disponível atualmente, das práticas
recomendadas e da nossa legislação, este trabalho tem como objetivo
apresentar um modelo de articulação entre os profissionais de IPI e
os(as) educadores(as) de infância, a trabalharem em creches e em jardins
de infância. O modelo apresentado tem por base oito passos do
processo de Consultoria Colaborativa (Buysse & Wesley, 2005), operacionalizados
através das práticas do modelo de Intervenção Precoce
Baseada nas Rotinas (McWilliam, 2010).
Descrição
Palavras-chave
Intervenção precoce Infância Creche Jardim de infância Consultoria colaborativa
Contexto Educativo
Citação
Editora
CIED (Centro Interdisciplinar de Estudos Educacionais) Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Lisboa
