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- Diplomacia pública/digital como uma função das relações públicas: o caso da União Europeia nas COPPublication . Pimentel, Diana Isabel Antunes; Eiró-Gomes, MafaldaA impossibilidade de soluções fáceis e a imprevisibilidade das relações entre os atores internacionais são exemplos cabais da era do caos. Pretende-se com esta investigação perceber como é abordada a temática das “alterações climáticas” por 3 atores chave da União Europeia na rede social X e nas comunicações oficiais face à complexa realidade comunicacional com os seus públicos. No sentido de responder à pergunta de partida “Como é que no quadro de uma Diplomacia Pública / Digital a União Europeia aborda as alterações climáticas?”, analisaram-se os posts na referida rede de Ursula Von der Leyen, Josep Borrell e Serviço Europeu para a Ação Externa, bem como as suas comunicações oficiais recolhidas nos Espaços de Imprensa dos websites da Comissão Europeia e do SEAE. Se se confirma a importância da Diplomacia Pública e a importância da sua digitalização para a construção de processos comunicacionais entre a UE e os seus mais variados públicos, a relevância do tema “alterações climáticas” ficou aquém das expectativas iniciais face à revisão de literatura, pelo menos nos períodos analisados: os 3 meses em torno da COP28 e em torno da COP29.
- A função relações públicas/diplomacia pública: o caso de 14 embaixadas em PortugalPublication . Vale, Raíssa Cavaignac de Sá; Eiró-Gomes, MafaldaEsta dissertação examina o papel das Relações Públicas e da Diplomacia Pública nas embaixadas, analisando como essas funções são organizadas e conduzidas diariamente. O estudo centra-se em 14 embaixadas em Lisboa, Portugal, e utiliza entrevistas semiestruturadas com oficiais e análise de conteúdo do Facebook e Instagram para a coleta de dados. O objetivo da investigação é oferecer um retrato do trabalho de Relações Públicas/Comunicação neste contexto organizacional, identificando como as embaixadas fazem para se comunicar e influenciar públicos estrangeiros e, neste caso, o português. Os resultados revelam que menos da metade das embaixadas avaliadas possui um departamento de Relações Públicas/Comunicação específica. Não existe também um planeamento de ações bem definido, exceto em alguns casos, o que pode impactar na ausência de uma comunicação mais estratégica. A maioria dos profissionais de Relações Públicas/Comunicação das embaixadas não possui uma formação específica na área. Das entrevistas, também constatou que, em alguns casos, há uma certa falta de controlo por parte dos profissionais de comunicação, que devem responder aos departamentos do governo do país de origem. A análise das redes sociais forneceu evidências de que, apesar da presença digital existente das embaixadas, há um baixo nível de compromisso por parte de seus públicos. A comunicação unidirecional (top-down) domina as publicações. O assunto da Diplomacia Pública é também apresentado, em sua maioria, sob a vertente cultural e no formato “foto e legenda”. O estudo apresenta as estratégias empregadas na Diplomacia Pública e como esta é pensada de acordo com as circunstâncias locais de Portugal. Apesar dos avanços na digitalização da diplomacia digital, ainda existem obstáculos na utilização de abordagens mais participativas.
