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- “Não gosto quando fazes isso!” A perspetiva das educadoras quanto aos conflitos e a sua gestão em jardim de infânciaPublication . Soares, Isabel Campos; Fuertes, MarinaO presente relatório foi elaborado no âmbito da Prática Profissional Supervisionada II, que decorreu numa Instituição Particular de Solidariedade Social, no concelho de Cascais. No mesmo pretendo apresentar de forma sistemática e fundamentada a minha intervenção educativa ao longo do estágio, tendo em conta as aprendizagens realizadas. O grupo com o qual realizei a minha prática é constituído por vinte crianças, com idades compreendidas entre os 2 e os 6 anos de idade, pela educadora cooperante e por uma técnica de ação educativa. No relatório, será apresentada uma investigação realizada no decorrer da prática, tendo como tema “a perspetiva das educadoras quanto aos conflitos e a sua gestão em jardim de infância”. Este tema surgiu a partir das observações efetuadas durante a Prática Profissional Supervisionada II, nas quais, foi possível observar a emergência de diversos conflitos, diariamente, no grupo de crianças. O estudo realizado é de natureza qualitativa, como método para a investigação elegi o estudo de caso, tendo utilizado como técnicas de recolha de dados, a entrevista a duas educadoras, a consulta documental, a observação direta participante e a observação naturalista. Como instrumentos foram utilizados registos fotográficos e de áudio, notas de campo e reflexões semanais. Com esta investigação compreendi que as educadoras possuem um papel crucial no que se refere à gestão de conflitos entre os mais pequenos e à autonomia das crianças na gestão dos seus próprios conflitos, uma vez que, o/a educador/a de infância tem o papel de mediador na resolução de conflitos que surgem entre as crianças; que o/a educador/a deve promover a autonomia das crianças na resolução dos seus próprios conflitos; que o diálogo e a escuta são essenciais para terminar com os conflitos; que os conflitos proporcionam aprendizagens fundamentais, sendo por isso positivos, se explorados de forma construtiva. Através desta investigação, verifico que, os conflitos são essenciais para o desenvolvimento da criança, deste modo, não devem ser vistos como algo a evitar, mas sim, como uma fonte de aprendizagens.
- Desenvolvimento do pensamento algébrico através da exploração de sequências de crescimentoPublication . Costa, Rita Craveiro Vieira Teixeira da; Rodrigues, MargaridaO desenvolvimento do pensamento algébrico é fundamental para a aquisição de novos conhecimentos matemáticos e pode ser trabalhado recorrendo à exploração de tarefas relativas a sequências de crescimento. Desta forma, a partir da realização do presente estudo, é pretendido analisar o pensamento algébrico dos alunos na progressão do uso de estratégias em tarefas de exploração de sequências numéricas e figurativas de crescimento. Com o intuito de o orientar, foram elaboradas as seguintes questões: i) Quais as estratégias utilizadas pelos alunos nas sequências figurativas de crescimento?; ii) Quais as estratégias utilizadas pelos alunos nas sequências numéricas de crescimento?; e iii) De que forma evoluem as estratégias utilizadas pelos alunos em relação ao tipo de sequência?. Para dar resposta a estas questões, foi realizado um estudo de caso envolvendo um grupo de 4 elementos de uma turma do 6.º ano, do 2.º Ciclo do Ensino Básico. Como processos de recolha de dados, recorreu-se à observação participante em sala de aula e à recolha documental – registos áudio; transcrições desses registos; produtos dos trabalhos dos alunos; e notas de campo. Como resultados, foi possível evidenciar que a utilização de tarefas de exploração de sequências numéricas e figurativas de crescimento levaram os alunos a recorrer a diversas estratégias, tais como: i) estratégia da representação e contagem; ii) estratégia aditiva; iii) estratégia da proporcionalidade direta; e iv) estratégia linear. Após a análise das estratégias utilizadas em cada tipo de sequências foi percetível que, em ambos, os alunos recorrem maioritariamente à estratégia aditiva. Em contraste, a estratégia da proporcionalidade direta foi utilizada pelos alunos apenas uma vez quer nas sequências figurativas quer nas numéricas, e a estratégia da representação e contagem assumiu um papel de pouco relevo na resolução de tarefas de sequências numéricas de crescimento. Por fim, relativamente à evolução na utilização das estratégias, foi percetível que os alunos tiveram uma passagem mais célere na passagem de um raciocínio recursivo ao funcional em tarefas envolvendo sequências figurativas de crescimento, do que nas numéricas.
- Pensamento crítico e ensino da história e geografia de Portugal, no 2.º CEBPublication . Santos, Maria de Fátima Pereira; Dias, AlfredoO presente relatório final desenvolveu-se no âmbito da Unidade Curricular de Prática de Ensino Supervisionada II, integrada no Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e de Português e História e Geografia de Portugal no 2.º Ciclo do Ensino Básico, ministrada pela Escola Superior de Educação, do Instituto Politécnico de Lisboa. Esta unidade curricular contempla a concretização de duas intervenções pedagógicas, no 1.º e 2.º Ciclo do Ensino Básico, e o desenvolvimento de um estudo de carácter investigativo. O estudo desenvolvido no presente relatório – O desenvolvimento do pensamento crítico, a partir do ensino da História e da Geografia, contribui para a construção de uma cidadania democrática – adveio das potencialidades e fragilidades identificadas em duas turmas de 2.º Ciclo do Ensino Básico. Deste modo, foram delineados os seguintes objetivos de investigação: (i) Analisar os níveis de pensamento crítico em alunos de 6.º ano de escolaridade; (ii) Analisar as potencialidades do conhecimento histórico e geográfico para o desenvolvimento de Competências para uma Cultura Democrática; (iii) Identificar metodologias de ensino da História da Geografia, promotoras do pensamento crítico; e (iv) Refletir sobre o contributo do pensamento crítico para a construção de uma cidadania democrática. A metodologia empregue foi de natureza qualitativa adotando alguns procedimentos característicos de investigação-ação. Foram recolhidos dados estatísticos através de fichas de trabalho individual, referentes ao desenvolvimento do pensamento crítico dos alunos e, posteriormente, da análise de conteúdo de produções escritas dos alunos. Os resultados obtidos possibilitaram reconhecer que: (i) é possível desenvolver competências para uma cultura democrática e promover a aquisição de conteúdos e conceitos previstos, ao nível da História e da Geografia, através de uma prática docente diferenciada; (ii) é possível promover o desenvolvimento do pensamento crítico através de uma prática pedagógica que coloque os alunos no centro da sua aprendizagem.
- O Processo de Diferenciação Pedagógica no 1.º CEBPublication . Ferreira, Maria Olímpia Lopes Galveia; Figueira, ConceiçãoO presente relatório surge no âmbito da Unidade Curricular de Pática de Ensino Supervisionada II (PES II), do Mestrado em Ensino 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB) e de Matemática e Ciências Naturais no 2.º CEB. É finalidade deste relatório final descrever e analisar, de forma reflexiva, o período de observação, intervenção e avaliação desenvolvida na PES II nos contextos do 1.º e do 2.º CEB. No 1.º CEB, a prática de ensino supervisionada decorreu numa turma mista de 1.º e 2.º ano de escolaridade de uma instituição de ensino privado, em Lisboa e, no 2.º CEB, decorreu em duas turmas do 5.º ano, de uma instituição de ensino público do concelho de Damaia. O presente relatório apresenta na segunda parte um estudo, realizado no contexto da PES II, intitulado “O Processo de Diferenciação Pedagógica no 1.º CEB”. Este estudo visa analisar as conceções e as práticas sobre os processos de diferenciação pedagógica. Configuram-se como objetivos específicos do estudo: (i) caracterizar as conceções da Orientadora Cooperante (OC) sobre o processo de Diferenciação Pedagógica (DP); (ii) caracterizar as práticas de DP implementadas pela OC; (iii) descrever as práticas de DP observadas pela investigadora na PES II; (iv) comparar as conceções e práticas de DP descritas pela OC e as observadas pela investigadora (no contexto da PES II). Em conformidade com os objetivos de estudo, recorreu-se a uma metodologia de natureza qualitativa, privilegiando-se a entrevista semiestruturada, a observação participante e as notas de campo como técnicas de recolha de dados. O tratamento de dados foi realizado com recurso à análise de conteúdo. Os resultados deste estudo permitiram evidenciar que, muito embora a docente revele conceções teóricas fundamentadas sobre o processo de DP, estas não se concretizam na sua prática docente, uma vez que só implementa estratégias de DP com os alunos com maiores dificuldades.
- Processos de diferenciação pedagógica no 1.º e no 2.º ciclo do ensino básicoPublication . Ferreira, Íris do Carmo Pereira; Pereira, Maria da Conceição Figueira SantosO presente relatório insere-se na Unidade Curricular de Prática de Ensino Supervisionada II do 2.º ano do Mestrado em Ensino no 1.º Ciclo do Ensino Básico e de Matemática e Ciências Naturais no 2.º Ciclo do Ensino Básico. Numa primeira parte, este trabalho visa descrever e analisar de forma reflexiva a prática de ensino supervisionada desenvolvida em dois contextos de estágio. No 1.º Ciclo do Ensino Básico, esta decorreu numa turma de 4.º ano de escolaridade de uma instituição de ensino privado. No 2.º Ciclo do Ensino Básico, decorreu em duas turmas de 6.º ano de escolaridade de uma escola de ensino público. Na segunda parte, o relatório integra um estudo realizado no contexto destas práticas, intitulado “Processos de diferenciação pedagógica no 1.º e no 2.º Ciclo do Ensino Básico”, que teve como propósito estudar os processos de diferenciação pedagógica em contexto de 1.º e 2.º CEB. Configuram-se como objetivos específicos do estudo: (i) Caracterizar as conceções e práticas descritas de professores de 1.º e 2.º CEB sobre os processos de diferenciação pedagógica; (ii) Comparar as conceções e práticas descritas entre os professores do 1.º e 2.º CEB; e (iii) Comparar as conceções e práticas dos professores do 1.º e do 2.º CEB sobre os processos de diferenciação pedagógica com as práticas observadas pela investigadora. Em conformidade com o objeto de estudo, recorreu-se a uma metodologia de natureza qualitativa, utilizando como técnicas de recolha de dados, a entrevista semiestruturada, a observação participante e as notas de campo. Os dados recolhidos foram tratados com recurso à técnica de análise de conteúdo, sustentada nos fundamentos propostos por Bardin (2022). Os resultados do estudo permitem observar que tanto o professor de 1.º CEB como a professora de 2.º CEB possuem conceções sobre os processos de diferenciação pedagógica em linha de concordância com os referenciais teóricos. Não obstante, a prática da professora do 2.º CEB permite considerar que esta não adota procedimentos em estreita concordância com estes referenciais.
- Contributos do feedback entre pares para a melhoria de produções textuais de alunos do 4.º anoPublication . Quintão, Mariana Alexandra Fernandes; Tempera, TiagoO presente Relatório Final realizou-se no âmbito da Unidade Curricular de Prática de Ensino Supervisionada II, lecionada no 2.º ano do Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e de Matemática e Ciências Naturais no 2.º Ciclo do Ensino Básico, da Escola Superior de Educação de Lisboa. O estudo foi desenvolvido numa turma de 4.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico, e teve como problemática: De que forma o feedback dado por alunos do 4.º ano a produções textuais de colegas promove a melhoria das suas próprias produções? Tendo em vista a resposta à problemática apresentada, definiram-se como objetivos específicos do estudo de caso: (i) identificar o tipo de erros em produções textuais de alunos do 4.º ano; (ii) caracterizar o feedback dado a produções textuais de alunos do 4.º ano; e, (iii) analisar as produções textuais de alunos do 4.º ano após o feedback concedido. Tendo em conta os objetivos definidos, o estudo utilizou uma abordagem metodológica qualitativa, adotando um design de estudo de caso. A técnica de recolha de dados utilizada cingiu-se à recolha documental dos textos produzidos pelos alunos e dos feedbacks escritos concedidos aos colegas. Os dados recolhidos foram analisados e interpretados através da análise de conteúdo das produções textuais e dos registos escritos do feedback concedido. Os resultados do estudo permitiram verificar, em alguns casos, uma melhoria das produções textuais, pelo que o feedback entre pares se demonstrou eficaz. Nos casos em que não se observaram melhorias, os alunos necessitariam de mais tempo para amadurecerem as suas produções, podendo beneficiar também de uma maior intervenção por parte do professor, ao explicitar claramente os aspetos a melhorar.