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Variações fílmicas de uma fabula: Flirt, de Hal Hartley, como narrativa fraturada

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A partir do conceito de ‘narrativas bifurcadas’, tal como usado por Jorge Luis Borges, o presente artigo pretende abordar uma categoria de filmes na qual o ato de enunciação é tão importante quanto a história enunciada. Com efeito, o realizador/argumentista tanto manipula as coordenadas narrativas do filme como a resposta dos espetadores ao mesmo, através daquilo a que chamo o ‘princípio de mudança na permanência’, em que numa história dotada de um forte e imutável eixo dorsal se introduzem algumas variações. No caso do filme Flirt (Hal Hartley, 1995), o objetivo primeiro reside numa tomada de posição metanarrativa sobre a importância da manipulação extradiegética empreendida pelo ‘autor’. Analiso o modo pelo qual pequenas alterações na fabula podem fazer toda a diferença no padrão narrativo global, atentando no significado dramatúrgico implícito a esta abordagem para cada uma das três histórias em causa, bem como à relação intrínseca entre elas.

Descrição

Colóquio Narrativa, Média e Cognição, 14 julho 2015, Universidade Católica – Porto, Pólo da Foz (Auditório EC105).

Palavras-chave

Enunciação Variações narrativas Caminhos bifurcados Metanarrativa Hal Hartley Flirt

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