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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Não é por acaso que o mote de abertura de Jângal é dado pela repetição exaustiva de «We’re in trouble», a consciência de que «We’re trouble and we’re heading for more trouble!» é intrínseca a toda peça, também ela trespassada por uma sensação de urgência. O mundo estás prestes a arder, e talvez por isso esteja na hora de convocar a grande fraternidade planetária interespécies. Nesse sentido, talvez Jângal seja então a clareira na floresta do Ser, um lugar virtual onde a humanidade (ainda) habita poeticamente e os organismos se encontram com as coisas, apesar de tudo. Apesar da sombra lançada por esse terrível e invisível poder, sobre o paradisíaco planeta azul.
Descrição
Palavras-chave
Teatro Praga Antropoceno Novas ontologias Teatro pós-dramático
