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A loucura e o cinema: representações cinematográficas de personalidade limite

dc.contributor.advisorRodrigues, José Manuel Cavaleiro
dc.contributor.authorSalgueiro, Ana Teresa Marques
dc.date.accessioned2014-02-13T12:41:11Z
dc.date.available2014-02-13T12:41:11Z
dc.date.issued2013-12-20
dc.descriptionDissertação apresentada à Escola Superior de Comunicação Social como parte dos requisitos para obtenção de grau de mestre em Audiovisual e Multimédia.por
dc.description.abstractA loucura constitui um fenómeno social complexo, um estado de espírito volátil, facilmente apontado como condição extrema da consciência e do pensamento. A única certeza é a constatação do carácter profundamente humano da sua natureza impalpável, que impregna o pensamento e as formas de expressão das mais variadas artes, como hino ou repressão da imaginação que emana, do seu poder oculto, até mesmo temível. A loucura é misteriosa, admirada, excêntrica, potencial escape a uma normalidade aborrecida, porém confortável, na qual o Homem, enquanto ser social, procura resguardar-se, respondendo a uma conformidade esperada, não questionável. Contudo, embora temida, a loucura não deixa de se afigurar como uma característica intrinsecamente humana, libertadora das inibições que aprisionam a mente, potenciadora do verdadeiro "eu" que nos distingue, individualmente, da capa uniforme que veste a sociedade. O Distúrbio de Personalidade Limite constitui, ainda hoje, um território pouco explorado pela arte cinematográfica, não só pela sua designação relativamente recente (1938), como pela instabilidade e profusão de sintomas por si desencadeada, oscilando entre a psicose e a neurose. Porém, e tendo em conta a curta existência da sua referenciação e identificação médica, a arte cinematográfica foi célere no seu reconhecimento e propôs-se já a representá-la, embora os exemplos realmente significativos sejam por enquanto escassos e se restrinjam predominantemente a produções norte-americanas. A Personalidade Limite constitui um desafio de proporções imensuráveis, não só pela complexidade e abrangência dos sintomas, como, igualmente, pela dificuldade de transposição de uma realidade, tão profundamente subjectiva, relativa a um estado muito peculiar de estar e de sentir. Mas como funcionam, realmente, as representações de Personalidade Limite, no cinema? E quão perto um meio audiovisual poderá chegar de um processo de representação tão puramente abstracto, relativo a uma forma indescritível de sentir?por
dc.description.abstractABSTRACT: Madness constitutes a complex social phenomenon, a volatile state of mind, easily pointed out as an extreme condition of consciousness and thought. The only certainty is the observation of its impalpable nature, intrinsic to the human character that plagues thoughts and the most assorted arts as anthem or repression of the imagination exalted, of its concealed power, so many times feared. Madness is mysterious, admired, eccentric, potential escape to a stodgy normality, even so comfortable, in which the man, as a social being, seeks for enshrine himself, responding to an expected conformity, not questionable. However, though usually feared, madness doesn’t cease to be an intrinsic human feature, releaser of the inhibitions that imprison the mind, instigator of the true “self”, responsible for distinguishing us, individually, from the uniform cape that covers society. The Borderline Personality still constitutes an underexplored territory by the cinematic art, not only for its relatively recent designation (1938), but also for the instability and profusion of symptoms by itself triggered, oscillating between psychoses and neuroses. However, and regarding the short existence of its denomination and medical identification, the cinematic art was slick acknowledging it and it has already propound to represent it, though the really significant examples are for now scarce and limited to predominantly north-american productions. The Borderline Personality constitutes a challenge of immeasurable proportions, not only for its complexity and symptoms’ scope, but also for the transposition’s difficulty of a reality so profoundly subjective, related to a vastly peculiar state of being and feeling. But how really work film representations of Borderline Personality? And how close might be an audiovisual medium to achieve a representational process so purely abstract, relative to an indescribable way of feeling?eng
dc.identifier.citationSALGUEIRO, Ana Teresa Marques - A loucura e o cinema: representações cinematográficas de personalidade limite. Lisboa: Escola Superior de Comunicação Social, 2013. Dissertação de mestrado.por
dc.identifier.tid201074770por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.21/3183
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherInstituto Politécnico de Lisboa, Escola Superior de Comunicação Socialpor
dc.subjectCinemapor
dc.subjectDistúrbios de personalidadepor
dc.subjectLoucurapor
dc.subjectPersonalidade limitepor
dc.subjectSíndrome de Borderlinepor
dc.subjectCinemaeng
dc.subjectPersonality disorderseng
dc.subjectMadnesseng
dc.subjectPersonality limiteng
dc.subjectBorderline Syndromeeng
dc.titleA loucura e o cinema: representações cinematográficas de personalidade limitepor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceLisboapor
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typemasterThesispor
thesis.degree.nameAudiovisual e Multimédiapt_PT

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