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Analisa-se a obra escultórica de António Vidigal, em particular na representação do retrato enquanto processo de inscrição da identidade, da memória e da experiência humana. É estabelecido um diálogo entre a reflexão literária de José Saramago e a prática escultórica de Vidigal, evidenciando como o retrato ultrapassa a mera reprodução física para se tornar um espaço de experimentação formal, emocional e temporal. O texto destaca ainda a relação íntima entre escultor e retratado. Por fim, foca-se a diversidade de materiais e técnicas utilizadas por António Vidigal que revelam um percurso contínuo de investigação artística.
ABSTRACT - This study examines the sculptural oeuvre of António Vidigal, with particular emphasis on portraiture as a process through which identity, memory, and human experience are inscribed. A dialogue is established between the literary reflections of José Saramago and Vidigal's sculptural practice, demonstrating how portraiture transcends mere physical representation to become a domain of formal, emotional, and temporal experimentation. The text further underscores the intimate relationship between sculptor and sitter. Finally, it highlights the diversity of materials and techniques employed by António Vidigal, revealing a sustained and continuous trajectory of artistic inquiry.

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Palavras-chave

António Vidigal Escultura Retrato Representação humana Estereotomia Sculpture Portraiture Human representation Stereotomy

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Academia Nacional de Belas Artes Lisboa

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