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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Alguma ignorância estrutural do que sejam as necessidades das políticas culturais, em sentindo amplo e sectorial, e uma certa sobranceria dos ministros, causa-nos uma sensação de inquietante estranheza em duas intervenções políticas do governo. A primeira observa-se desde logo na pobreza semântica do legislador, e mais grave, o tom “salazarista” das expressões utilizadas quando se trata da descentralização no sector cultural. A segunda, encontramos na forma atabalhoada como se tratou uma matéria fiscal aplicada à cultura, através de uma retórica pseudo-moralista, sem haver lugar a uma explanação da racionalidade política inerente às alterações na taxa do IVA.
Descrição
Artigo de opinião publicado no jornal "Público"
Palavras-chave
IVA Descentralização Cultura
