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As relações luso-espanholas a volta do Tejo. Não só de caudais mínimos “vivem” os rios

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Durante a última seca na península, aquela que coincidiu com os trágicos incêndios de Pedrogão Grande e que por isso mesmo nunca iremos esquecer, vieram a público – concretamente, através da LUSA (27.11.2017) e atrás dela outros meios de comunicação portugueses – notícias de que Espanha não cumpriu os caudais mínimos nem no Douro, nem no Tejo, nem no Guadiana durante o anterior ano hidrológico (entre 1 de outubro de 2016 e 30 de setembro de 2017). Esta notícia, baseada numa informação cuja fonte era a ONGA ZERO foi posteriormente desmentida pelo Ministro do Ambiente português e pela sua homóloga espanhola. Ambos coincidiram em que o único incumprimento (durante uma semana) se tinha produzido no Tejo devido a obras no açude de uma barragem espanhola – acabadas as quais Espanha terá entregue os caudais necessários para cumprir a Convenção – e no Guadiana o incumprimento, excecional, terá sido por parte de Portugal (e não de Espanha).

Descrição

Artigo publicado em revista científica

Palavras-chave

Política ambiental Portugal Espanha Tejo

Contexto Educativo

Citação

Sereno, A. (2021). As relações luso-espanholas a volta do Tejo. Não só de caudais mínimos “vivem” os rios. Janus 2020-2021 -As relações internacionais em contexto de pandemia, 17-17

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