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Publicação

A publicidade em Portugal: os folhetos como veículo publicitário

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Resumo(s)

Esta apresentação tem como objectivo demonstrar a tipologia discursiva da publicidade veiculada nos folhetos. Para demonstrar os conteúdos deste veículo publicitário, foram recolhidos e analisados 138 mensagens referentes a produtos financeiros, seguros e imobiliário, veiculados por instituições nacionais ao longo do ano de 2003. Os folhetos, a par do cartaz, serão talvez os mais antigos media do mundo e também os mais antigos a receber publicidade, particularmente na Europa que desenvolveu a tradição do cartaz (via influência dos cartazes políticos que reflectiam as preocupações políticas e sociais da época) e que tinham como autores os designados “pintores de cartazes” ou “criadores de anúncios”, na maior parte das vezes pintores ou alunos de Belas Artes que possuíam uma grande liberdade de criação. Actualmente, os folhetos são utilizados para divulgar produtos/serviços como reforço de outros media, nomeadamente, da TV, já que permite a colocação de informação suplementar, impossível de surgir em outros media devido à sua extensão. Deste modo, os folhetos são dominados pela presença de uma mensagem denotativa, objectiva, expressa de um modo claro, em oposição à publicidade veiculada nos media tradicionais mais estética e conotativa. Como meio publicitário os folhetos possuem um conjunto de vantagens face aos outros media visando em particular a possibilidade de o receptor/consumidor ficar com o folheto, de modo a poder reflectir sobre a informação e tirar dúvidas, permitindo, simultaneamente, uma diferenciação mais objectiva com a concorrência. É um meio que possui uma relação directa com a distribuição/venda, já que estes se encontram normalmente colocados no ponto de venda, podendo, desde logo, levar à compra do produto/serviço nesse espaço. Este meio de comunicação tem em geral uma grande qualidade gráfica e de materiais, que o tornam um factor de atracção visual para o receptor/consumidor. Porém, existem também alguns factores negativos, como, por exemplo, a dificuldade de atingir certos alvos, por exemplo os mais novos, ou os idosos. Existe, também, a dificuldade de medir a eficácia das campanhas neste meio, logo inviabiliza uma avaliação mais correcta das suas possibilidades.

Descrição

Palavras-chave

Publicidade Publicidade em folhetos Apelos publicitários Valores sociais

Contexto Educativo

Citação

Veríssimo, J. (2005, maio, 19). A publicidade em Portugal: Os folhetos como veículo publicitário. [Comunicação oral]. Conferência “À conversa com…”, (ISLA)Instituto Superior de Línguas e Administração, Lisboa, Portugal.

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