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Orientador(es)
Resumo(s)
Atualmente hĂĄ um nĂșmero crescente de pais com filhos sobreviventes de cancro na infĂąncia. Na sua maioria, crianças e pais vivem de forma adaptada, contudo efeitos adversos da doença/tratamento sĂŁo comuns. Apesar de existirem estudos sobre adaptação parental sabe-se menos acerca da trajetĂłria de adaptação e da vivĂȘncia parental da sobrevivĂȘncia. O objetivo deste estudo foi explorar a vivĂȘncia do cancro em pais de adolescentes sobreviventes de cancro. Oito casais preencheram a Escala de ExperiĂȘncia Parental da Doença Infantil e o BSI e responderam a uma entrevista semi estruturada. Relativamente Ă fase do diagnĂłstico os pais referiram perturbação emocional mas igualmente motivação para o confronto e esforços de normalização. Foram apontadas consequĂȘncias positivas e negativas a curto e longo prazo. Na vivĂȘncia atual, apesar de a grande maioria dos pais considerar que a doença estĂĄ controlada, referem ambivalĂȘncia emocional e apresentam sintomatologia de SPT, associada Ă experiĂȘncia da doença/tratamento e Ă s suas consequĂȘncias. HĂĄ diferenças entre pais e mĂŁes quer na fase do diagnĂłstico, quer na fase de sobrevivĂȘncia, com as mĂŁes a evidenciarem maior perturbação emocional. A fase de diagnĂłstico Ă© vivida com perturbação e normalização. As implicaçÔes da doença e do tratamento prolongam-se no tempo e sĂŁo vividas com preocupação e perturbação. Os resultados podem contribuir para a adequação da intervenção com os pais nas vĂĄrias fases da doença.
Descrição
Palavras-chave
Oncologia Adolescente VivĂȘncia parental Cancro pediĂĄtrico Escala de ExperiĂȘncia Parental da Doença Infantil SobrevivĂȘncia
Contexto Educativo
Citação
Santos M, Amorim IC, Moura MJ. VivĂȘncia parental do cancro: estudo com pais de adolescentes sobreviventes de cancro. In: 11Âș Congresso Nacional de Psicologia da SaĂșde, ISCTE-IU, 26-29 de janeiro de 2016. Psicol SaĂșde Doenças. 2016;16(Suppl):73-4.
