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- Impact of ultrasound settings on B-lines: observational study in IMV patientsPublication . Gonçalves, A.; Fonseca, J.; Leote, João; Loução, R.; Dias, Hermínia Brites; Ribeiro, I.; Meireles, R.; Varudo, R.; Bacariza, J.; Gonzalez, F.; EchoCrit GroupCurrently, there are no lung ultrasound (LUS) established guidelines for the identification of B-lines. This study aimed to evaluate if the US settings have an impact on the number of B-lines in invasively ventilated patients.
- Contributo da ultrassonografia pulmonar no diagnóstico de pneumotóraxPublication . Ramos, Andreia; Barros, Joana; Almeida, Márcia; Leote, João; Dias, Hermínia BritesA ultrassonografia pulmonar tem vindo a ganhar destaque no diagnóstico de patologias da pleura, nomeadamente no pneumotórax, onde apresenta vantagens em relação às duas técnicas gold standard, a radiografia do tórax e a tomografia computorizada (TC). É uma técnica que tem obtido cada vez mais visibilidade, e que não é de aplicação específica de um grupo profissional, pelo que pode vir a ser uma futura competência do Fisiologista Clínico, atendendo às suas aptidões noutras vertentes da ultrassonografia e na área respiratória. Este trabalho tem como objetivo contribuir para a divulgação desta técnica junto dos futuros profissionais de Fisiologia Clínica e fornecer o conhecimento básico sobre a sua aplicação no diagnóstico de uma patologia específica, o pneumotórax. O pneumotórax é caracterizado pela presença de ar entre as pleuras parietal e visceral, sendo diagnosticado através da história clínica, exame físico e exames de imagem. Os doentes portadores desta patologia apresentam como sintomas frequentes dor torácica e dispneia. A sua etiologia pode ser dividida em idiopática e traumática. No que diz respeito à etiologia idiopática, esta poderá ser primária, secundária ou catamenial; por outro lado, a etiologia traumática poderá ser não iatrogénica ou iatrogénica, sendo esta última uma complicação que surge com alguma frequência na medicina de emergência, cuidados respiratórios, cirurgia cardiotorácica, radiologia de intervenção, cuidados intensivos e anestesia. A ultrassonografia pulmonar vai trazer vantagens ao diagnóstico desta patologia, tais como: rapidez do diagnóstico, possibilidade de ser feita à cabeceira do doente e com o mesmo em decúbito dorsal, não utilização de radiação ionizante, relação custo/benefício e existência de uma especificidade entre 95-100% e de uma sensibilidade entre 81-97%. A ultrassonografia pulmonar baseia-se na identificação da linha pleural e do seu deslizamento entre a grelha costal, e presença de artefactos ecográficos provenientes da interposição entre o ar e surfactante, presente nos alvéolos periféricos. No pneumotórax existe uma ausência de deslizamento pleural com os movimentos respiratórios, ausência de pulso pulmonar e linhas B. Em modo M estas características são descritas como sinal da estratosfera. Esta técnica ainda apresenta uma baixa aplicabilidade na prática clínica devido à falta de formação de profissionais nesta área e por ser operador-dependente, o que conduz, inevitavelmente, a uma variabilidade intra e inter-individual do diagnóstico. Assim, o aprofundar do conhecimento e da prática nesta área é essencial para que a mesma seja cada vez mais utilizada, através de um maior número de profissionais aptos para a sua aplicação nas mais diversas áreas.
- Diaphragm ultrasound for muscle strength assessment: a systematic literature reviewPublication . Leote, João; Monteiro, Margarida; Rocha, Cláudia; Rodrigues, Carolina; Pereira, Marco; Antunes, Maria Luz; Dias, Maria Hermínia Monteiro BritesObjective: To assess if diaphragmatic ultrasound (DU) reflects diaphragmatic muscle strength when compared to respiratory tests and neurophysiological studies. Methods: A systematic literature review was conducted on adults undergoing DU, compared to any respiratory or neurophysiological technique. The search strategy was applied in PubMed, Scopus, and Web of Science, and the analysis was conducted using the PRISMA methodology. Three eligibility assessment stages were performed: title, abstract, and full-text reading. The risk of bias was evaluated using the RoB 2.0, ROBINS-I, and Newcastle-Ottawa Scale tools. Results: Out of 155 identified articles, 25 were selected for full-text review (14 non-randomised studies, 8 case-control studies, and 3 randomised studies). The overall risk of bias was moderate, with the main biases related to population selection and intervention assessment. Twenty-three articles used maximal inspiratory pressure measurement as a comparator, which showed a weak-to-moderate correlation, significant in 10 studies, with diaphragmatic excursion. Three studies reported a weak association between diaphragmatic thickening and sniff pressure. Five articles reported a concordant correlation between diaphragmatic thickening and compound muscle action potential amplitude, significant only in one study. Conclusion: The variability of results obtained across different pathologies does not support the use of DU alone to predict diaphragmatic muscle strength.
