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  • Pedagogical function and application of tools and methodological strategies of improvisation in Contemporary Dance training (education)
    Publication . Garcia, Vítor
    ABSTRACT - To examine the pedagogical role of improvisation in Contemporary Dance training (education), highlighting the concept of deliberate movement and its impact on the technical, creative, and reflective development of the performer‑creator. A theoretical‑practical analysis of pedagogical approaches that integrate ‘tasks’, guided improvisation (directed), Contact Improvisation, and Live Composition tools, articulating contributions from key authors with contemporary teaching and creative practices. Research and personalization in contemporary dance – deliberate movement: from ‘technique’ to exploration; from execution to composition; from structuring to personalization. Improvisation as a promoter of kinesthetic awareness, real‑time decision‑making, relational listening, and creative autonomy. Evidence of its role as a generator of original choreographic material and as a mediator between formative and creative processes, enhancing collaboration, reflection, and authorship. Improvisation constitutes a structuring axis of Contemporary Dance pedagogy, functioning simultaneously as technique, methodology, and real‑time compositional technology. Its systematic integration contributes to the development of more conscious, versatile performers prepared for current artistic challenges.
  • Para quê a dança
    Publication . Bentes, Amélia; Instituto Politécnico de Lisboa - Escola Superior de Dança
    Para quê a dança. Neste artigo, a autora reflete sobre a dança como prática artística, linguagem sensível e forma de pensamento em movimento, a partir da sua experiência enquanto coreógrafa e intérprete. Através do exemplo do seu solo mais recente, (In)visibility, explora temas como a visibilidade e a invisibilidade, a presença e a perceção de sensações subtis. A dança é apresentada como uma forma de organizar emoções, orquestrar afetos e amplificar a energia — com ênfase na escuta interior, na fragmentação e na expressão autêntica. Surge como um gesto de escuta íntima, resistência poética e partilha afetiva com o mundo.
  • O porquê da Dança: a minha Dança por quê?
    Publication . Garcia, Vítor; Politécnico de Lisboa , Escola Superior de Dança
    A partir da pergunta-chave: “O porquê da Dança: a minha Dança por quê?”, servindo como fio condutor, apresenta-se uma comunicação abrangendo a exploração pessoal e profissional da dança como forma de expressão, terapia/cura, socialização, carreira e identidade. São abordadas caraterísticas e significados centrais como: a Dança como linguagem universal não-verbal, repleta de valor semiótico que comunica emoções, ideias e narrativas através do movimento; a corporeidade (embodiment), conceito central nos Estudos de Dança na contextualização do corpo como meio de expressão complexa, emocional e simbólica; as diversas funções da Dança enquanto forma de Arte, de terapia, de atividade física, de sociabilidade, de espiritualidade, como meio de construção de identidade e de autoconhecimento. Para tal, é solicitada a ajuda, através de citações, de autores relevantes como Merce Cunningham, André Lepecki, Valerie Preston-Dunlop e William Forsythe para explicar e reforçar a dimensão teórica e sensível da dança. O trajeto pessoal e profissional em diversos campos, como o da interpretação (bailarino), docência (professor e ensaiador), investigação e criação coreográfica, na valorização de uma carreira assente num percurso transdisciplinar baseado na prática, formação contínua e estudo, curiosidade e adaptação. A dança não é apenas para se ver - é sobretudo para sentir -, é uma experiência única de estar no mundo. A motivação para dançar é única para cada pessoa. A sua prática continuada mantém e fortalece uma conexão profunda com a Arte e com o corpo.