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- “Às vezes brincamos a pensar que temos um bebé na barriga, a fingir!” – as brincadeiras de faz de conta com crianças de 3 anosPublication . Silva, Maria João Arnao Metelo Seabra da; Lino, DalilaO presente relatório surge da Prática Profissional Supervisionada (PPSII) desenvolvida em contexto de JI com um grupo composto por 23 crianças com idades compreendidas entre os 2 e os 3 anos, durante um período de 18 de outubro de 2021 até ao dia 21 de fevereiro de 2022. O documento tem como principal finalidade a realização de uma análise crítica e reflexiva do processo desenvolvido durante essa prática, bem como, o desenvolvimento de uma investigação em contexto educativo. A temática “Às vezes brincamos a pensar que temos um bebé na barriga, a fingir!” - as brincadeiras de faz-de-conta com crianças de 3 anos surgiu de um grande interesse e curiosidade meus sobre o tema e teve como objetivos: i) conhecer as conceções da educadora cooperante e das crianças sobre o brincar; ii) compreender qual o papel que a educadora cooperante atribui ao adulto nas brincadeiras das crianças; iii) caracterizar as brincadeiras de faz-de-conta que ocorrem no espaço interior e exterior; iv) perceber de que modo as brincadeiras de faz-de-conta contribuem para o desenvolvimento de interações e relações entre crianças; A investigação realizada inseriu-se no paradigma qualitativo na modalidade de estudo de caso descritivo. As técnicas de recolha de dados utilizadas foram a entrevista semiestruturada à educadora cooperante, a entrevista semiestruturadas a 13 crianças e a observação naturalista com recurso a registos escritos (notas de campo). Assim, após a recolha dos dados, os mesmos foram analisados segundo técnicas de análise de conteúdo da entrevista semiestruturada à educadora cooperante e às crianças, bem como, às notas de campo elaboradas durante a investigação. Os resultados do estudo realizado mostram que o brincar é valorizado pelas crianças e pela educadora cooperante estando sempre presente na rotina do grupo. É-nos mostrado que a educadora assume um papel fundamental na promoção das brincadeiras das crianças. É, ainda, verificado que as brincadeiras mais frequentes nas crianças do estudo são as brincadeiras de faz-de-conta, sendo que as mesmas são extremamente importantes para o desenvolvimento social das crianças.
- Ética e práxis das Relações Públicas no ethos militar: um olhar sobre a política de comunicação da Marinha do BrasilPublication . Streb, Rodrigo Machado; Pereira, Sandra Cristina MartinsA ética é uma das áreas de estudo mais antigas e ainda assim tem ganhado cada vez mais espaço e significância por parte de organizações públicas e privadas. É também considerada por muitos autores como o centro de atividade das Relações Públicas (RP). Para esta investigação foi escolhido, como estudo de caso, a ética na práxis das RP em uma instituição militar, a Marinha do Brasil. Por isso, a pesquisa está enquadrada dentro de uma perspectiva de investigador-insider, já que o objeto de estudo analisado é o ambiente de trabalho do investigador. O principal objetivo foi perscrutar se a política de comunicação da Marinha do Brasil encontra-se alinhada com os princípios e valores globais emanados pelas RP contemporâneas. Para isso, recorreu-se a uma metodologia mista, eminentemente qualitativa, com a realização de entrevistas com autores que participaram na elaboração desta política e a análise documental do Manual de Comunicação Social da Marinha, à luz de Bardin (2011). Os resultados obtidos indicam que a Marinha do Brasil, integrante das Forças Armadas brasileiras, possui um ethos particular e que a sua política de comunicação já sistematiza princípios éticos das RP. A política de comunicação também abarca todos os temas propostos pela Global Alliance for Public Relations and Communication Management (padrões éticos globais) diluídos ao longo do documento.