Browsing by Issue Date, starting with "2020-05-25"
Now showing 1 - 4 of 4
Results Per Page
Sort Options
- Estratégias de atuação em poéticas performativas:a construção da subpartitura no espetáculo "O diário de Genet"Publication . Guimarães, Rafael Medrado; Rosa, Armando Nascimento; Vasques, EugéniaA pesquisa proposta tem como foco a reflexão teórico-prática acerca dos procedimentos de criação e formalização do trabalho técnico do ator no que convencionou-se chamar “cena contemporânea”, através da análise do processo de montagem do espetáculo O Diário de Genet, da ATeliê voaDOR Companhia de Teatro. O estudo parte dos questionamentos práticos e das congruências teóricas, realizadas no campo relativo à atuação dos referidos trabalhos, para analisar a operação dos elementos componentes nos processos de preenchimento e justificação da subpartitura do ator com foco nas experiências com características alinhadas ao que Josette Ferál define como teatro performativo.
- "Participar é dizer coisas para mudar!" (A.L): a participação das crianças num contexto de jardim de infânciaPublication . Valério, Mara Freire; Simões, AnaO relatório aqui apresentado foi elaborado no âmbito da Unidade Curricular (UC) de Prática Profissional Supervisionada (PPS) que decorreu num Jardim de Infância (JI) do concelho de Cascais, com um grupo de crianças com idades compreendidas entre os 3 e os 6 anos. Integra um trabalho reflexivo sobre a minha prática enquanto educadora-estagiária e pretende apresentar e descrever o caminho percorrido durante os cinco meses de intervenção pedagógica e desenvolvimento de uma atitude investigativa. No primeiro capítulo, é apresentada uma caracterização do contexto, que objetiva uma ação educativa alicerçada em intencionalidades, sendo ainda feita uma avaliação do processo de intervenção. No capítulo seguinte, através de uma atitude investigativa, são apresentados os pressupostos teóricos que nortearam a minha investigação e os respetivos resultados, incidindo sobre os níveis de participação das crianças naquele contexto educativo – uma sala de jardim de infância. Para tal, foram ouvidas as vozes de duas educadoras e de duas auxiliares da organização, bem como as vozes de 16 crianças. No que se refere à metodologia, a investigação é de natureza qualitativa, tendo-se optado pelo método de estudo de caso. Foram ainda utilizadas diferentes técnicas de recolha de dados: entrevistas, grupos de discussão focalizada e a observação. A investigação teve como principal objetivo identificar e compreender que tipo de participação existe por parte das crianças com quem intervim num contexto educativo. Com a análise dos dados recolhidos nesta investigação, corroborou-se a importância de efetivar os direitos de participação das crianças, pois estas são, efetivamente, sujeitos competentes e, como cidadãs que são, devem fazer uso desse direito. O presente estudo refletiu também a necessidade de desconstrução do modo tradicional e transmissivo presente nalgumas práticas, passando a perspetivar as crianças enquanto sujeitos de direitos e atores sociais – incluindo o direito a PARTICIPAR.
- Relação Jardim de Infância-Família como potenciadora da ação do educadorPublication . Dionísio, Inês Alexandra Paulino; Rosa, ManuelaO presente relatório surge no âmbito da Prática Profissional Supervisionada II (PPS II) e tem como fim refletir e registar de um modo sistemático e fundamentado as experiências vivenciadas ao longo do período de estágio, demonstrando as aprendizagens adquiridas em contexto de Jardim de Infância (JI), com um grupo de vinte e cinco crianças, uma educadora de infância e uma assistente operacional. A problemática selecionada para a investigação “Relação Jardim de Infância-Família como potenciadora da ação do educador” surgiu de uma convicção pessoal e de uma necessidade de maior participação por parte das famílias, tendo como objetivo proporcionar mais oportunidades de envolvimento parental no contexto educativo. Além do mais, é abordada a importância da relação em questão para a ação do educador e estratégias a utilizar neste âmbito. A investigação apresenta-se tendo por base uma investigação de natureza qualitativa, assente na investigação-ação, com recurso a técnicas de recolha de informação como observação, consulta documental, entrevistas e questionários, e como instrumentos, registos diários e fotografias que ilustram os mesmos. Com a presente investigação compreende-se a importância da relação entre os agentes educativos para o desenvolvimento das crianças bem como o papel do/a educador/a de infância enquanto promotor do envolvimento das famílias e o papel potenciador das famílias na ação do mesmo.
- A criança e as suas rotinas: um estudo de caso sobre o poder de escolha das crianças no decorrer das rotinas no modelo HighScopePublication . Silva, Beatriz Nunes Inácio; Simões, AnaO presente relatório pretende apresentar, de forma reflexiva, a minha Prática Profissional Supervisionada II, que decorreu com um grupo de 25 crianças com idades compreendidas entre os 4 e os 6 anos. Durante este período, surgiu uma problemática que dá o nome ao relatório: “A criança e as suas rotinas: Um estudo de caso sobre o poder de escolha das crianças no decorrer das rotinas no modelo HighScope”. Nesse sentido, foi realizado um estudo de caso, para dar resposta à questão principal: Que papel têm as crianças na escolha e gestão do decorrer das suas rotinas, segundo o modelo HighScope? Para tal, foram definidos três objetivos principais: i) identificar e compreender como é organizada a rotina numa sala segundo o modelo HighScope; ii) identificar em que momentos da rotina as crianças têm poder de decisão acerca da forma como esta vai decorrer; e iii) reconhecer que impacto este poder de decisão e esta participação têm nas crianças. Com a realização desta investigação, foi possível concluir que, apesar do modelo HighScope ser caracterizado por ter rotinas definidas e estruturadas, estas podem ser flexíveis e alteráveis segundo os interesses e necessidades do grupo de crianças. Assim, a criança tem um papel ativo, que varia consoante o momento da rotina. Nos momentos como o Tempo de Pequeno ou Grande Grupo, a criança segue o que o adulto propõe, tendo apenas algum poder de escolha na sua ação ou na forma como as atividades decorrem. Nos momentos como o Tempo de Planear – Fazer – Rever, a criança tem mais liberdade de ação, decidindo o que quer e como quer fazer. Este papel ativo é ainda visível noutros momentos, nomeadamente nas decisões da organização do ambiente educativo – na escolha da disposição da sala e no nome atribuído aos Pequenos Grupos.