Percorrer por autor "Santos, Ezequiel"
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- Políticas em Portugal para a Dança: um estudo preliminar a escutar quem dançaPublication . De Lima, Cecília; Neto, Ângelo; Santos, EzequielPartindo de um estudo exploratório do setor da dança em Portugal, inserido na rede de pesquisa Observatório Ibero-Americano de Políticas para a Dança, pretende-se, com o presente artigo, iniciar um trabalho para o futuro mapeamento nacional da caracterização, atividades, recursos e desafios das estruturas e agentes do setor, sendo o objetivo deste artigo o de apresentar os resultados preliminares do estudo. A recolha baseou-se na metodologia de Grupos Focais (Morgan 1996), em formato online, num total de oito participantes, partilhando o mesmo guião de perguntas sobre várias dimensões do seu trabalho. Um grupo envolveu estruturas formais de ensino da dança, englobando professores e diretores, e, outro grupo, profissionais, bailarinos e coreógrafos. Os autores investigaram as perceções de ambos os grupos. As entrevistas, gravadas sob consentimento informado e transcritas foram posteriormente sujeitas a análise de conteúdo utilizando duas dimensões apriorísticas: as políticas educativa e cultural em Portugal no que concerne à dança. Os resultados são analisados, discutidos e teorizados com base na literatura revista trazendo um contributo para o diagnóstico da situação profissional em Portugal. No que se refere ao primeiro grupo, existe uma diversidade de opções para a formação em dança, é descrito o reduzido financiamento, instalações desadequadas e a necessidade de desenvolver uma ideia de comunidade e sinergia entre instituições. Quanto ao segundo grupo, observa-se uma oscilação entre a estabilidade e a precariedade, salienta-se a importância da formação multidisciplinar, a sobrecarga burocrática e o desejo de obter financiamento através de programas nacionais mais moldados pela ética e menos pelos efeitos políticos rápidos.
- Tourfly – Inovação e futuro: contributos para o desenho da oferta turística na Área Metropolitana de LisboaPublication . Joaquim, Graça; Moreira, Raquel; Gustavo, Nuno; Tavares, David; Santos, Ezequiel; Trindade, Pedro A.; Tristão, Rodolfo; Afonso, Victor; Belo, MiguelEste livro constitui-se como um dos quatro resultados finais do projeto Tourfly, Inovação e Futuro: contributos para o desenho da oferta turística na Área Metropolitana de Lisboa (Lisboa-01-0145-Feder-023368). Os resultados do projeto estão consubstanciados em quatro grandes temas, a saber: o livro, que integra parte dos contributos e processos de aprendizagem no contexto do projeto; a app Tourfly para Ios e Android que trabalha dez áreas temáticas com propostas de itinerários e pontos de interesse no contexto das áreas abordadas; os oito protótipos de modelos de negócio nas áreas trabalhadas, disponíveis no nosso endereço web, www.tourfly.pt e que constituem uma partilha com a comunidade, ou seja, qualquer cidadão pode implementar qualquer um dos modelos de negócio estudados e prontos a serem usados. Finalmente, as propostas de eventos também comunicadas e partilhadas através do endereço web. O endereço web terá uma comunicação massiva a partir do final de Abril e durante o mês de Maio teremos três Encontros de divulgação do Tourfly, atempadamente divulgados, a acontecerem no Palácio Nacional de Queluz, na Biblioteca Camões e na Casa Mãe - Rota dos Vinhos da Península de Setúbal. Em Sintra, Lisboa e Palmela. Porque estamos a trabalhar a AML. O objectivo central do Tourfly, Inovação e Futuro: contributos para o desenho da oferta turística na AML, protagonizado por três instituições (ESHTE, ISCTE-IUL e IPL) com nove investigadores, foi operacionalizar as problemáticas da representação da cidade, da AML, do turismo e da agência dos múltiplos atores, quando as experiências turísticas nestes territórios são fortemente deficitárias em experiências turísticas plurais e territorialmente desconcentradas e integradas. A estratégia metodológica central escolhida assentou claramente nas metodologias intensivas com técnicas como os focus group e as entrevistas em profundidade, tendo como objetivo trabalhar as singularidades das comunidades, as suas memórias, as suas representações, os seus projetos, os seus desejos, essenciais para um turismo de desenvolvimento, de base identitária, cruzando as suas memórias, experiências e visões sobre o futuro. Os resultados apontam para representações muito contraditórias sobre a cidade, a AML e o turismo conforme as trajetórias pessoais e territoriais dos atores envolvidos. Predomina no entanto, como traço comum, a ausência de agência no que ao turismo concerne, quer nos que o repudiam, extraordinariamente expressivo em Lisboa, quer nos que o perspetivam como um processo de desenvolvimento desejável nos seus concelhos.
