Percorrer por autor "Santos, Ezequiel"
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- Políticas em Portugal para a Dança: um estudo preliminar a escutar quem dançaPublication . De Lima, Cecília; Neto, Ângelo; Santos, EzequielO presente estudo insere-se no contexto do Observatório Ibero-Americano de Políticas para a Dança (OIAPODAN) que, numa fase inicial, procura monitorizar as políticas públicas e culturais do setor da dança em 3 países parceiros – Brasil, Argentina e Portugal -, definindo-se como um projeto de investigação internacional. Ter a valência de um observatório implica, como consta no projeto de implementação do OIAPODAN, que este se substancie num espaço de intercâmbio, produção de conhecimento, colaboração e trabalho em rede já que os observatórios permitem abordar a complexidade e o “carácter multifacetado dos fenômenos sociais, desenvolvendo investigações e análises sistemáticas para acompanhamento e fiscalização de situações políticas e públicas” (Ruiz, 2008, apud Matos, 2023, p. 10). Neste sentido, encetámos um trabalho para o mapeamento das políticas, recursos, atividades e desafios das estruturas e agentes do setor da dança em Portugal, trabalho que permitirá, no decurso do projeto, promover a conexão e a comparação entre as distintas territorialidades na criação do conhecimento que compõem o setor nos três países ibero-americanos.
- Tourfly – Inovação e futuro: contributos para o desenho da oferta turística na Área Metropolitana de LisboaPublication . Joaquim, Graça; Moreira, Raquel; Gustavo, Nuno; Tavares, David; Santos, Ezequiel; Trindade, Pedro A.; Tristão, Rodolfo; Afonso, Victor; Belo, MiguelEste livro constitui-se como um dos quatro resultados finais do projeto Tourfly, Inovação e Futuro: contributos para o desenho da oferta turística na Área Metropolitana de Lisboa (Lisboa-01-0145-Feder-023368). Os resultados do projeto estão consubstanciados em quatro grandes temas, a saber: o livro, que integra parte dos contributos e processos de aprendizagem no contexto do projeto; a app Tourfly para Ios e Android que trabalha dez áreas temáticas com propostas de itinerários e pontos de interesse no contexto das áreas abordadas; os oito protótipos de modelos de negócio nas áreas trabalhadas, disponíveis no nosso endereço web, www.tourfly.pt e que constituem uma partilha com a comunidade, ou seja, qualquer cidadão pode implementar qualquer um dos modelos de negócio estudados e prontos a serem usados. Finalmente, as propostas de eventos também comunicadas e partilhadas através do endereço web. O endereço web terá uma comunicação massiva a partir do final de Abril e durante o mês de Maio teremos três Encontros de divulgação do Tourfly, atempadamente divulgados, a acontecerem no Palácio Nacional de Queluz, na Biblioteca Camões e na Casa Mãe - Rota dos Vinhos da Península de Setúbal. Em Sintra, Lisboa e Palmela. Porque estamos a trabalhar a AML. O objectivo central do Tourfly, Inovação e Futuro: contributos para o desenho da oferta turística na AML, protagonizado por três instituições (ESHTE, ISCTE-IUL e IPL) com nove investigadores, foi operacionalizar as problemáticas da representação da cidade, da AML, do turismo e da agência dos múltiplos atores, quando as experiências turísticas nestes territórios são fortemente deficitárias em experiências turísticas plurais e territorialmente desconcentradas e integradas. A estratégia metodológica central escolhida assentou claramente nas metodologias intensivas com técnicas como os focus group e as entrevistas em profundidade, tendo como objetivo trabalhar as singularidades das comunidades, as suas memórias, as suas representações, os seus projetos, os seus desejos, essenciais para um turismo de desenvolvimento, de base identitária, cruzando as suas memórias, experiências e visões sobre o futuro. Os resultados apontam para representações muito contraditórias sobre a cidade, a AML e o turismo conforme as trajetórias pessoais e territoriais dos atores envolvidos. Predomina no entanto, como traço comum, a ausência de agência no que ao turismo concerne, quer nos que o repudiam, extraordinariamente expressivo em Lisboa, quer nos que o perspetivam como um processo de desenvolvimento desejável nos seus concelhos.
