Percorrer por autor "Martins, Marta"
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- An insight into dapsone co-crystals: sulfones as participants in supramolecular interactionsPublication . Martins, Inês; Martins, Marta; Fernandes, Auguste; André, Vânia; Duarte, M. TeresaHerein we disclose a new pathway for the design of dapsone co-crystals exploring the formation of N-H center dot center dot center dot O/N interactions using amide and pyridinic derivatives as potential co-formers. Two new co-crystals of dapsone, a sulfonamide antibiotic, with epsilon-caprolactam and 4,4'-bipyridine have been synthesized preferentially by traditional solution techniques, but mechanochemistry has also been addressed. The full structural characterization of these forms is discussed and shows that: (a) in the co-crystal with epsilon-caprolactam the typical N-NH2 center dot center dot center dot O-SO2 interactions of dapsone molecules and the cages formed between them are disrupted by a new N-NH2 center dot center dot center dot O-CONH interaction, in which epsilon-caprolactam molecules further form amide center dot center dot center dot amide R-2(2)(8) synthons and (b) in the co-crystal with 4,4'-bipyridine, the N-NH2 center dot center dot center dot O-SO2 interactions between dapsone molecules are maintained and additional N-NH2 center dot center dot center dot N-pyridine interactions are responsible for the formation of 4,4'-bipyridine channels between dapsone cages. Moreover, the thermal stability of these co-crystals is also discussed, showing that the co-formers leave the structure and hence the reported melting corresponds to the melting of pure dapsone.
- Inovações em suporte ventilatório: terapia de alto fluxo no tratamento da COVID-19Publication . Faria, Ana; Silva, João; Martins, Marta; Clérigo, Anália Matos; Pereira, JoãoIntrodução: A COVID-19 é uma doença causada pelo coronavírus SARS-CoV-2 e em casos de doença severa, pode levar ao desenvolvimento de uma Síndrome de Dificuldade Respiratória Aguda (ARDS) e progredir para uma Insuficiência Respiratória Aguda, podendo levar à morte. Nestes casos, é crucial o suporte ventilatório dos doentes, que pode ser feito por meio de técnicas invasivas e não invasivas. A terapia de alto fluxo é um tipo de suporte respiratório não invasivo que providencia uma maior concentração e fluxo de oxigénio, estando esta associada a uma menor necessidade de ventilação invasiva, menor mortalidade e menor risco de reintubação por hipoxemia aguda e insuficiência respiratória. Propõem-se como objetivos deste trabalho salientar a importância desta terapia nos doentes com Covid-19 e apresentar uma possível área de atuação do Licenciado em Fisiologia Clínica. Desenvolvimento: A terapia de alto fluxo (HFT) é uma terapia de suporte ventilatório não invasiva, que é admistrada através de interfaces (cânula nasal), que promovem maior conforto ao doente e fornecem uma fração inspirada de oxigénio (FIO2) estável com taxas de fluxo até 60 L/min-1. Esta técnica é bem tolerada e deve ser idealmente aplicada a 37°C de forma a permitir uma boa humidificação do gás inspirado. As taxas de fluxo e FIO2 devem ser selecionadas com base no esforço inspiratório do paciente e na gravidade da hipoxemia. Algumas vantagens desta terapia que estão descritas na literatura compreendem alguns efeitos como a humidificação e aquecimento do ar que ajuda a manter a hidratação das mucosas e a mobilização de secreções nestes pacientes, otimizando a função mucociliar e reduzindo a viscosidade do muco. Estes efeitos promovem a redução do trabalho respiratório devido à otimização da eficiência ventilatória e mecânica respiratória, resultando numa redução da frequência respiratória, do esforço inspiratório, aumento da pressão positiva ao final da expiração (PEEP) e do volume expiratório final, redução da resistência inspiratória e limpeza do espaço morto anatómico nas vias aéreas superiores. Algumas desvantagens desta terapia compreendem o aumento do risco de contágio dos profissionais de saúde associado à dispersão de gotículas em forma de aerossóis. Posto isto, as técnicas de suporte ventilatório não invasivo devem ser implementadas preferencialmente em quartos de pressão negativa e com a utilização de todas as medidas e equipamentos de proteção individual. Conclusão: A Terapia de Alto Fluxo apresenta melhores outcomes do que a oxigenação standart em pacientes com Covid-19. Estudos recentes demonstraram que o uso isolado desta terapia reduziu a necessidade de ventilação invasiva nos doentes mais críticos aumentando assim a sua taxa de sobrevivência após 90 dias.
- Low-cost transition metals (Fe, Ni, Co) on carbon aerogel for water electrolysis and supercapacitor applicationsPublication . Mladenović, Dušan; Martins, Marta; Samanci, Meryem; Charneca, Miguel; Paul, Anup; Santos, Diogo; Bayrakçeken, Ayşe; Sljukic Paunkovic, BiljanaAbstract Cost-effective transition metals (TM = Fe, Ni, Co) were immobilized on carbon aerogel (CA) using microwave irradiation, followed by nitrogen doping into one catalyst series through heat treatment. The physical characterization of the synthesized catalysts included N2 sorption, inductively coupled plasma-mass spectrometry, X-ray diffraction analysis, transmission electron microscopy, Raman spectroscopy, FTIR spectroscopy, and X-ray photoelectron spectroscopy. Co/CA displayed the best performance for oxygen evolution reaction (OER) electrocatalysis in alkaline water electrolysis, followed by Ni/CA. Co/CA exhibited a small Tafel slope of 110 mV dec−1 and required an overpotential of just 276 mV to reach 10 mA cm−2, lower than that of the commercial IrO2 electrocatalyst. Additionally, Co/CA and Ni/CA demonstrated excellent long-term stability during OER, with activity increasing over time. Capacitance measurements also showed the potential of TM/CA materials as supercapacitor electrodes. Fe/CA achieved the highest performance, with a specific capacitance of 322 F g-1 at a moderate current of 1 A g-1. It retained up to 96 % of its capacitance over 1000 cycles, indicating excellent stability.
