Percorrer por autor "Lopes, Joana"
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- A dança tradicional portuguesa como ferramenta facilitadora das competências de ritmo e musicalidade na aula de técnica de dança contemporânea no 2º ano do ensino artístico especializado, no Ginasiano Escola de DançaPublication . Lopes, Joana; Isabel DuarteO presente Relatório de Estágio reflete sobre a prática pedagógica desenvolvida ao longo do ano letivo 2020/2021, nas aulas de Técnica de Dança Contemporânea de duas turmas de 2º ano do curso de Ensino Básico de Dança do Ginasiano Escola de Dança. O ensino da Técnica de Dança Contemporânea no 2º ciclo do ensino artístico especializado abrange uma multiplicidade de opções e ferramentas pedagógicas pouco documentadas. Pelo que, este estudo surge da vontade de contribuir para reflexão e partilha de estratégias de ensino-aprendizagem específicas para este nível de ensino. O uso das danças tradicionais portuguesas como ferramenta na técnica de dança em estudo insere-se nessa multiplicidade de opções. Devido às características destes dois géneros de dança, mas também ao contexto de pandemia em que o estágio ocorreu o tema selecionado para estudo foi – o desenvolvimento de competências de ritmo e musicalidade na Técnica de Dança Contemporânea com recurso a duas danças tradicionais portuguesas. Este projeto seguiu a metodologia de investigação-ação. A partir da sua aplicação foi possível aferir que: a aprendizagem e exploração das músicas e danças tradicionais escolhidas potenciou o desenvolvimento das competências de ritmo e musicalidade na aula de Técnica de Dança Contemporânea; o cruzamento entre estas linguagens enriqueceu e proporcionou aprendizagens significativas ao nível dos conteúdos técnicos, performativos e relacionais e a escolha do tema foi de encontro à necessidade das duas turmas de um melhor entendimento musical.
- Estudo comparativo das representações maternas em díades com bebés de termo, pré-termo e extremo pré-termoPublication . Almeida, Ana Rita; Casimiro, Rute; Antunes, Sandra; Alves, Maria João; Lopes, Joana; Ribeiro, Camila; Santos, Margarida Custódio dos; Moreira, João; Fuertes, MarinaAs representações das mães acerca dos seus bebés e da maternidade têm sido associadas à vinculação e ao desenvolvimento subsequente do bebé (e.g., Benoit, Parker, & Zeanah, 1997; Fuertes, Faria, Fink & Barbosa, 2011, Kochanska, 1998; Zeanah, Benoit, Hirshberg, Barton, & Regan, 1994). Deste modo, o estudo das representações maternas ganhou importância tanto no campo da investigação na área da relação mãe-filho(a) como na intervenção na maternidade de risco. No caso das mães dos bebés pré-termo (e quando comparadas com as mães dos bebés de termo) verifica-se que estas mães representam o temperamento dos seus filhos de modo menos positivo (e.g., Cox, Hopkins, & Hans, 2000). Todavia, as mães portuguesas dos prematuros, são mais otimistas relativamente às suas capacidades de se relacionarem com os seus bebés (Fuertes et al., 2011). Tendo em conta a pertinência do campo de estudos, quisemos conhecer mais as representações das mães dos bebés nascidos antes das 32 semanas e em risco de problemas de saúde e desenvolvimento, âmbito raramente estudado. No intuito de investigar essas representações procurou-se comparar 40 díades com bebés de extremo pré-termo (idade gestacional inferior a 32 semanas), 40 de pré-termo (nascidos com 32 a 36 semanas de idade gestacional) e 40 de termo (idade gestacional superior a 37 semanas). Para o efeito, as mães foram entrevistadas nas primeiras 72 horas após o nascimento dos seus bebés acerca da gravidez, parto, nascimento antecipado, maternidade e expectativa sobre o futuro desenvolvimento do bebé. Os resultados indicam que as mães dos prematuríssimos descrevem as experiências da gravidez e parto como traumáticas e as mães dos prematuros como uma experiência causadora de ansiedade. As mães dos prematuros estão preocupadas com a saúde e desenvolvimento dos seus filhos, mas acham que serão capazes de desenvolver uma boa relação com eles. Porém, as mães dos bebés de extremo pré-termo estão alarmadas com a sobrevivência dos seus filhos e são as que parecem ter mais dificuldade em antecipar problemas futuros, possivelmente por estarem centradas no período que estão a viver. Curiosamente, as mães dos bebés de termo são as que mais se preocupam com o seu papel materno e com a prestação de cuidados ao bebé. Os dados apontam para a necessidade de oferecer respostas de apoio e aconselhamento diferenciadas às mães dos recém-nascidos, atendendo à idade gestacional do bebé e outros fatores de risco neonatal.
