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Publicação

Falta de controlo glicémico em doentes diabéticos: o tratamento falha nos doentes ou são os doentes que falham no tratamento?

dc.contributor.advisorCoelho, Andrépt_PT
dc.contributor.authorMartins, Mafalda Sofia da Silva Ribeiro
dc.date.accessioned2022-04-20T13:08:53Z
dc.date.available2022-04-20T13:08:53Z
dc.date.issued2021-12
dc.descriptionMestrado em Gestão e Avaliação de Tecnologias em Saúdept_PT
dc.description.abstractIntrodução: A Diabetes Mellitus é uma doença crónica em expansão endémica, cuja prevalência está a aumentar em todo o mundo, apesar do aparecimento de novas opções terapêuticas com diferentes mecanismos de ação, benefícios terapêuticos e perfis de efeitos adversos com vantagens importantes no tratamento farmacológico. Objetivo: Determinar a adesão à terapêutica inicial e o seu impacto na decisão clínica de alterar a terapêutica inicial em doentes diabéticos recém-diagnosticados nas UCSP da Região de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo. Materiais e métodos: Foi realizado um estudo de coorte retrospetivo. A coorte foi constituída por todos os doentes recém-diagnosticados com Diabetes Mellitus tipo 2 que iniciaram tratamento com um único medicamento (monoterapia ou associação fixa), no primeiro trimestre do ano de 2011. A adesão à terapêutica foi estimada com recurso ao Medication Possession Ratio. Resultados: Dos 1.609 membros da coorte, 659 tiveram alterações à terapêutica inicial – 509 adições e 150 substituições. 1.060 (65,9%) doentes foram classificados como aderentes à terapêutica prescrita, ou seja, obtiveram um MPR≥80% durante o período de observação. A metformina foi o medicamento antidiabético mais prescrito como terapêutica inicial (68,5%), mas foram os inibidores das DDP-4 que tiveram melhores taxas de implementação (76,49%). Conclusões: Os resultados desta dissertação confirmam observações anteriores de que, na prática clínica, o controlo da glicémia é frequentemente subótimo. Os doentes aderentes à terapêutica sofreram mais alterações à terapêutica inicial do que os doentes não aderentes, o que significa que na população de Lisboa e Vale do Tejo a decisão clínica de alterar a terapêutica inicial não foi influenciada pela não adesão à terapêutica mas, muito provavelmente, por um problema no controlo da doença.pt_PT
dc.description.abstractABSTRACT - Background: Diabetes Mellitus is an endemic and expanding chronic disease, whose prevalence is increasing worldwide, despite the emergence of new therapeutic options with different mechanisms of action, therapeutic benefits, and adverse effects profiles with important advantages in pharmacological treatment. Objective: The main objective of this study is to determine adherence to initial therapy in newly diagnosed diabetic patients in primary health care units from Lisbon and Tagus Valley Region. Methods: A retrospective cohort study was performed. The cohort consisted of all patients newly diagnosed with DM2 who started treatment with a single drug (monotherapy or fixed combination) in the first quarter of 2011. Compliance with therapy was estimated using the Medication Possession Ratio. Results: Of the 1609 cohort members, 659 patients had changes to their initial therapy – 509 by addition and 150 by replacement – and 1060 (65.9%) patients were classified as compliant with prescribed therapy, meaning that they achieved an MPR≥80% during the period of observation. Conclusion: The results of this study confirm previous observations that, in clinical practice, glycemic control is often suboptimal. Patients adhering to therapy underwent more changes to initial therapy than non-adherent patients, which means that in the population of Lisbon and Tagus Valley Region the clinical decision to change initial therapy wasn’t influenced by non-adherence to therapy, but most likely, due to a problem in the control of the disease.pt_PT
dc.description.versionN/Apt_PT
dc.identifier.citationMartins MS. Falta de controlo glicémico em doentes diabéticos: o tratamento falha nos doentes ou são os doentes que falham no tratamento? [dissertation]. Lisboa: Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa/Instituto Politécnico de Lisboa; Escola Superior de Saúde da Universidade do Algarve; 2021.pt_PT
dc.identifier.tid202831574pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.21/14576
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.publisherInstituto Politécnico de Lisboa, Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboapt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_PT
dc.subjectGestão em saúdept_PT
dc.subjectAdesão à terapêuticapt_PT
dc.subjectDiabetes mellitus tipo 2pt_PT
dc.subjectMedicamentos antidiabéticospt_PT
dc.subjectBases de dados de prescrição e faturaçãopt_PT
dc.subjectHealthcare managementpt_PT
dc.subjectMedication adherencept_PT
dc.subjectType 2 diabetespt_PT
dc.subjectAntidiabetic drugspt_PT
dc.subjectPrescription and claim databasespt_PT
dc.titleFalta de controlo glicémico em doentes diabéticos: o tratamento falha nos doentes ou são os doentes que falham no tratamento?pt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT

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