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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A pesquisa realizada à cobertura da imprensa nacional aos eventos Capital Europeia da Cultura em 2001 no Porto e em 2012 em Guimarães permite inverter o percurso que caracteriza os estudos dos efeitos dos media e falar da passagem de efeitos a nível de quadros mentais e de universos cognitivos dos indivíduos a efeitos concebidos em termos de atitudes ou comportamentos. A imprensa, com esta índole de incitar à ação mais do que à reflexão, ultrapassa o papel de mediador da relação com o mundo que nos rodeia ao constituir a agenda pública e fixar o interesse dos leitores, e assume-se como formadora de opinião e de atitudes perante os assuntos em questão.
Os responsáveis locais e os programadores enfatizam precisamente a possibilidade que estes eventos representam de regenerar as cidades, no entanto, este processo de regeneração está ausente da cobertura jornalística.
Os responsáveis destacam o facto de, ao dinamizarem políticas culturais, contribuírem para a transformação urbana, não só durante o ano em que decorre o evento, mas daí por diante. A cobertura jornalística centra-se nos protagonistas e não no acontecimento e tende a oferecer produtos fáceis de consumir.
Descrição
Palavras-chave
Efeitos dos media Formação de opinião Consumo Cobertura jornalística Capital Europeia da Cultura (Porto, 2001) Capital Europeia da Cultura (Guimarães, 2012)
Contexto Educativo
Citação
CENTENO, Maria João - Reflexão sobre a cobertura às Capitais Europeias da Cultura: uma comparação entre Porto 2001 e Guimarães 2012. In: CONFERÊNCIA: A CULTURA NA PRIMEIRA PÁGINA: o lugar da cultura no jornalismo contemporâneo: diagnóstico e reflexão em torno da cobertura jornalística das questões culturais, Lisboa, (FCSH-UNL), 2014 (22 maio)
