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Técnica do gânglio sentinela

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Introdução: O carcinoma da mama é uma doença heterogénea, correspondendo a aspectos morfológicos distintos, comportamentos biológicos diferentes e implica a escolha de terapêuticas diferentes mais adequadas a cada pessoa, sendo para isso fundamental uma abordagem multidisciplinar, em que o diagnóstico histopatológico é uma etapa indispensável. O carcinoma da mama divide-se em dois grandes grupos: carcinoma intraductal ou “in situ” – confinado aos ductos, sem invasão do estroma mamário, sem capacidade de metastização e o carcinoma invasivo – quando ultrapassa os ductos e tem capacidade de invadir vasos e metastizar. O Gânglio Sentinela (GS) é o primeiro gânglio a receber a drenagem linfática proveniente de um tumor. Portanto em caso de metástase axilar este será o primeiro gânglio comprometido. Admite-se que se o GS estiver livre de metástases, os outros gânglios também estariam livres, tal como se estiver comprometido pode indicar o acometimento de outros gânglios. Se este for identificado e cuidadosamente analisado, com recurso ao exame anátomo-patológico, ele prediz se a axila está ou não comprometida. Objectivo: Este trabalho tem como objectivo primordial descrever como a extracção do GS pode substituir o esvaziamento ganglionar primário como procedimento para o estadiamento do carcinoma da mama evitando a morbilidade que lhe está associada.

Descrição

Palavras-chave

Cancro da mama Gânglio sentinela

Contexto Educativo

Citação

Ladeira C, Ferro AB, Maia-Matos M. Técnica do gânglio sentinela. In: Encontro Cancro da Mama: do diagnóstico ao tratamento, ESTeSL, 16 de junho de 2007.

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