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É problemático falar sobre políticas públicas de formação e investigação em música quando estas não são consistentemente debatidas nem divulgadas, quando se constata que a tutela tem um conhecimento insuficiente sobre os variados contextos específicos para os quais legisla, quando não são previstos os orçamentos públicos necessários, nem docentes e investigadores em número suficiente, para garantir a melhoria da qualidade da formação e da investigação, nem para tornar viável a eficaz implementação do que se deseja ou até do que é legislado. Na perspetiva aqui apresentada, é sobretudo aos docentes e aos órgãos de governo das várias instituições de ensino superior politécnico e universitário que se deve a diversidade e a qualidade da oferta formativa no ensino superior, na área da performance, da investigação e da formação de docentes para o ensino especializado da música. Começarei por referir alguns dados históricos sobre o ensino laico da performance e da composição em Portugal (1834 a 2014), destacando reformas e a falta de interesse político e de apoios para as implantar. Apesar das referências a outras instituições de ensino superior, esta palestra incidirá sobre a Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), desde a sua criação até ao ano letivo corrente (1983 a 2013/14).
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Música Ensino superior Historial Formação de performers Investigadores Docentes Escola Superior de Música de Lisboa