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Cinema na primeira pessoa: auto-representação e auto reflexividade no documentário contemporâneo

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O presente trabalho pretende refletir o objecto fílmico Gipsofila e os dispositivos e práticas de um cinema na primeira pessoa, em que o realizador é simultaneamente autor e matéria do filme. Este projeto parte da necessidade de filmar sozinha, com simplicidade de meios, num espaço fechado e íntimo, a minha relação com a minha avó. Procuro investigar as possibilidades de relação entre a linguagem cinematográfica e a intimidade vivida por duas pessoas, num tempo e num espaço, marcados pela experiência e duração.
ABSTRACT - The present work wants to reflect about the filmic object Gipsofila and the devices and practices of a cinema in the first person, where the filmmaker is simultaneously the film's author and matter. This project starts from the necessity of filming alone, in simplicity of means, in a closed and intimate space, my relationship with my grandmother. I try to investigate the possibilities of a connection between cinematographic language and the intimacy lived by two people, in a certain time and space, marked by experience and duration.

Descrição

Trabalho de Projeto submetido à Escola Superior de Teatro e Cinema para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Desenvolvimento do Projeto Cinematográfico - especialização em Dramaturgia e Realização.

Palavras-chave

Auto-representação Auto-reflexividade Quotidiano Cinema Vida Auto-representation Auto-reflexivity Everyday life Cinema

Contexto Educativo

Citação

Projetos de investigação

Unidades organizacionais

Fascículo

Editora

Instituto Politécnico de Lisboa - Escola Superior de Teatro e Cinema