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O papel do poema «Correspondances» no teatro de vanguarda dos séculos XIX e XX

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Embora não seja o objectivo analisar o conteúdo formal dos projectos teatrais baudelairianos, avaliando, do mesmo passo, a “ideia de teatro” construída neles pelo jovem poeta, não se pode, no entanto, deixar de assinalar que, mesmo nestes projectos, poderemos encontrar «intuições» geniais relativamente a um «teatro de futuro». Se nos ativermos aos aspectos criticados por Roland Barthes, detectaremos traços de uma preciosa modernidade teatral por detrás das inconclusas idealizações teatrais do poeta, sendo um desses traços, e o mais evidente, justamente, a “imaginação narrativa” que será a base do célebre e relevante «teatro épico», contestação do teatro dramático aristotélico-burguês levada a cabo, no século XX, em tempo de guerra e revolução, na Alemanha, por Piscator e Brecht nas primeiras décadas do século XX, na sequência de uma mais seminal reconfiguração do teatro como a que é levada a efeito por Meyerhold e outros no quadro da Revolução de Outubro na Rússia.

Descrição

Ensaio produzido no quadro do Colóquio Internacional "Baudelaire (1821-867) e as Posteridades do Moderno", organizado por Jorge Fazenda Lourenço, Faculdade de Ciências Humanas, Universidade Católica Portuguesa, 2007.

Palavras-chave

Charles Baudelaire Teatro de vanguarda Modernidade Século XIX Século XX Gesamtkunstwerk Sinestesia Correspondências Roland Barthes Bertolt Brecht

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