| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 2.59 MB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A Anomalia de Peters ( descrita pela primeira vez por Albert Peter em 1906 consiste numa opacidade
corneana central relacionada a uma malformação do segmento anterior do olho. É uma das alterações congénitas que causa opacidade da córnea, aderências iridocorneanas (devido à disgenesia do segmento anterior durante o desenvolvimento embrionário. A AP pode causar opacidade corneana grave que quando afeta o eixo visual constitui causa de ambliopia orgânica severa. Ocorre frequentemente com estrabismo associado, geralmente convergente (tipo sensorial), podendo também encontrar-se um desvio vertical dissociado. A prevalência exata da AP é desconhecida. Pertence a grupo de distúrbios conhecidos como opacidades corneanas congénitas que afeta 3 6 indivíduos por 100.000. Relato de caso: Paciente do género feminino com diagnóstico de Anomalia de Peters tipo I (7 anos de idade), sem antecedentes familiares com interesse clínico.
Descrição
Palavras-chave
Ortóptica Anomalia de Peters Saúde infantil Caso clínico
Contexto Educativo
Citação
Poças I, Lino PM. Anomalia de Peters – Alterações oculares e opções terapêuticas: a propósito de um caso clínico. In: XX Congresso Nacional de Ortoptistas, Hotel Vip Executive Art's (Lisboa), 14-16 de março de 2019.
