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Orientador(es)
Resumo(s)
A parésia do IV nervo craniano constitui uma causa frequente de diplopia vertical e estrabismo incomitante, resultante da disfunção do músculo grande oblíquo e consequente desequilíbrio da motilidade ocular. A forma congénita é particularmente relevante em idade pediátrica, podendo manifestar-se por hipertropia, diplopia vertical e torsional, posição viciosa da cabeça (PVC) e limitação da depressão em adução. O diagnóstico é essencialmente clínico, baseando-se na avaliação motora, sensorial e torsional, sendo a manobra de Bielschowsky um elemento fundamental, podendo ser complementado por exames de imagem quando necessário. A avaliação detalhada destas alterações é importante para o diagnóstico diferencial e orientação terapêutica, como a correção prismática ou intervenção cirúrgica, de acordo com a etiologia e o impacto funcional.
Descrição
Palavras-chave
Ortóptica Parésia congénita Caso clínico
Contexto Educativo
Citação
Lino PM, Silva J, Macedo M, Sousa S, Mota A, Teixeira F. Avaliação motora, sensorial e torsional na parésia congénira do IV nervo craniano: relato de caso. In: 26º Congresso Nacional de Ortoptistas, Hotel Olissipo Oriente (Lisboa), 9-11 de abril de 2026.
