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A reação das empresas portuguesas à crise económica e financeira: principais choques e canais de ajustamento

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Este artigo apresenta os resultados de um inquérito realizado em 2014/2015 com o objetivo de identificar os principais choques enfrentados pelas empresas portuguesas durante a crise recente e detetar a sua resposta em termos de ajustamento dos preços, salários e composição da força de trabalho. A incapacidade de pagamento dos clientes e a queda da procura foram referidos como os dois principais fatores que afetaram negativamente as empresas durante a crise. O impacto destes dois choques foi particularmente adverso em empresas muito pequenas, em setores como a construção, energia e comércio e nas empresas que vendem sobretudo para o mercado interno. A redução do número de trabalhadores foi o principal meio usado para acomodar os choques negativos, nomeadamente através do congelamento ou diminuição de novas contratações, da não renovação de contratos a prazo ou de despedimentos individuais. Um número significativo de empresas congelou igualmente os salários base e reduziu os preços.

Descrição

Artigo publicado em revista científica

Palavras-chave

Crise económica Ajustamento Desemprego Empresas portuguesas

Contexto Educativo

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Editora

Banco de Portugaç

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