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Infecção fúngica ocupacional

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Orientador(es)

Resumo(s)

A maioria dos autores diagnostica como agentes etiológicos mais frequentes da Tinea pedis e da onicomicose os Dermatófitos (80 a 90 %), seguidos pelas Leveduras (5 a 17%) e por fim Fungos Filamentosos Não Dermatófitos (FFND) (2 a 12%). Estes têm sido isolados nas superfícies das piscinas no âmbito de estudos internacionais realizados. As infecções fúngicas frequentes nos pés dos atletas e profissionais do desporto, estão relacionadas, não só com a maior exposição a fungos, mas também devido à maceração natural da pele causada pelas actividades desportivas em questão. Estes profissionais apresentam mais horas por dia de exposição aos agentes fúngicos, por serem os que mais frequentam os locais possíveis de estarem contaminados, como é o caso de balneários, vestiários e piscinas. Algumas das actividades desportivas são realizadas com os pés descalços potenciando a infecção fúngica desses trabalhadores. As actividades profissionais, como as desportivas, potenciam a lesão nos pés favorecendo a inoculação e o crescimento fúngico e, consequentemente, a Tinea pedis e a onicomicose. Tal facto é preocupante porque afecta negativamente o desempenho e a produtividade dos atletas e profissionais do desporto.

Descrição

Palavras-chave

Saúde ocupacional Infeção fúngica Contaminação fúngica Ginásio Piscina

Contexto Educativo

Citação

Viegas C, Alves C, Carolino E, Rosado L, Silva-Santos C. Infecção fúngica ocupacional. In: SHO 2010: Colóquio Internacional de Segurança e Higiene Ocupacionais, Universidade do Minho (Guimarães), 11-12 de fevereiro de 2010.

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