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- Prevenção do COVID-19 nos websites institucionais: que papel desempenharam os cuidados de saúde primários?Publication . Garcia, Andreia; Eiró-Gomes, MafaldaOs Agrupamentos de Centros de Saúde (ACeS) têm como responsabilidade a prestação de cuidados de saúde primários, a nível nacional. No ato da sua criação, em 2008, ficou expresso que para cumprir a sua missão, desenvolvem, entre outras medidas, iniciativas de promoção da saúde e de prevenção da doença (Decreto-Lei n.º 28/2008). O objetivo principal deste estudo foi identificar, na perspetiva dos utentes, se os websites institucionais dos ACeS apresentaram conteúdos relacionados com a infeção por Sars-CoV-2 e a sua prevenção. Os resultados obtidos indicam que os recursos online utilizados pelos ACeS apresentam várias falhas que precisam de ser colmatadas, tais como a atualização dos conteúdos. Entendemos, assim, em linha com estudos anteriores (Garcia & Eiró-Gomes, 2020), que a comunicação desenvolvida pelos ACeS, em Portugal, está longe de uma perspetiva estratégica, que possa contribuir para uma redução dos comportamentos de risco relacionados com a pandemia de covid-19.
- Vacinação contra a COVID-19: a perspetiva dos estudantes universitáriosPublication . Garcia, Andreia; Eiró-Gomes, MafaldaNas últimas décadas do século XX, emergiram inúmeras doenças transmissíveis, tais como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (2003), a pandemia de gripe H1N1 (2009), o Ébola na África Ocidental (2014–2015), a síndrome do vírus Zika (2015–16) e o surto de febre amarela em vários países africanos, em 2016 (WHO, 2018d). De entre os vírus que podem provocar infeção nos seres humanos estão os coronavírus que foram, inicialmente, descobertos em aves domésticas, na década de 30. Atualmente, sabe-se, que três subtipos de coronavírus causam infeção respiratória grave: 1) Sars-CoV, identificado em 2002; 2) Mers-CoV, identificado em 2012, e 3) Sars-CoV-2, recentemente descoberto em Wuhan, na China, no final de 2019 (Tesini, 2020).
- Vacinação contra a COVID-19: a perspetiva dos estudantes universitáriosPublication . Garcia, Andreia; Eiró-Gomes, MafaldaA doença COVID-19, originada pela infeção com o novo coronavírus (Sars-CoV-2), surgiu em Portugal a 2 de março de 2020 e vitimizou, até à data, mais de 18 mil pessoas. No nosso país, o processo de vacinação contra a COVID-19 teve início a 27 de dezembro de 2020, nos grupos prioritários definidos pela autoridade de saúde portuguesa (Direção-Geral da Saúde). À medida que a pandemia foi evoluindo, em 2020, tornou-se evidente a necessidade de disponibilizar e assegurar o acesso a informação credível (The Lancet, 2020) por forma a incentivar à mudança de comportamentos, como a utilização de máscara, a higienização das mãos ou o distanciamento social. A terceira fase do Plano Nacional de Vacinação contra a COVID-19 dirigida a pessoas entre os 18 e os 29 anos teve início previsto para julho de 2021. O objetivo principal deste estudo foi analisar, na perspetiva dos estudantes universitários, quais as fontes de informação que mais procuraram para saber sobre as vacinas contra a COVID-19. O estudo pretendeu também verificar a intenção de vacinação por parte dos estudantes universitários. Os dados foram recolhidos por questionário online, entre o dia 15 de abril de 2021 e o dia 20 de maio de 2021, a 1018 pessoas com idade igual ou superior a 18 anos, residentes em Portugal, estudantes de qualquer curso na Escola Superior de Comunicação Social ou no Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa, com acesso à Internet. A nossa pesquisa confirmou que as páginas de Internet institucionais (como a da Direção-Geral da Saúde), a televisão e a imprensa online foram as fontes de informação procuradas mais frequentemente pelos estudantes universitários para adquirir conhecimento sobre a COVID-19. Por outro lado, os participantes neste estudo revelaram que nunca procuraram informação sobre esta doença junto dos profissionais de saúde. Em relação aos órgãos de comunicação social, a rádio é o meio menos procurado como fonte de informação. Apesar de existirem perto de oito milhões de utilizadores de redes sociais, em Portugal (We Are Social & Hootsuite, 2021) apenas 9% dos participantes afirma ter procurado informação sobre a COVID-19 muito frequentemente neste meio de comunicação. Este estudo indicou também que 88% dos estudantes universitários inquiridos gostavam de ser vacinados contra a COVID-19. Os participantes consideraram que a vacina é segura (74%) e eficaz (59%).