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- O contributo das metodologias ativas na motivação dos alunos para a aprendizagem em português e história e geografia de Portugal no 2.° Ciclo do Ensino Básico: um estudo em duas turmas de 6.° anoPublication . Costa, Daniela Alexandra Gomes da; Gama, AnaO presente relatório é realizado no âmbito da Unidade Curricular de Prática de Ensino Supervisionada II, inserida no último semestre do Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e de Português e História e Geografia de Portugal no 2.º Ciclo do Ensino Básico, da Escola Superior de Educação de Lisboa. A prática desta Unidade Curricular concretiza-se com a realização de dois estágios, sendo um destes no 1.º Ciclo e outro no 2.º Ciclo do Ensino Básico, e com a realização de um trabalho de investigação sobre uma problemática que emerge a partir das práticas desenvolvidas. A investigação foi realizada no 2.º CEB e tem como ponto de partida a seguinte problemática: Qual o contributo das metodologias ativas na motivação dos alunos para a aprendizagem de Português e História e Geografia de Portugal no 2.º CEB?. A partir desta, foram definidos três objetivos de investigação: (i) Compreender o contributo das metodologias ativas mobilizadas nas disciplinas de Português e História e Geografia de Portugal para a motivação intrínseca e extrínseca dos alunos; (ii) Analisar a relação entre as metodologias ativas adotadas e a evolução da motivação dos alunos; (iii) Conhecer as perceções dos alunos sobre o papel das metodologias ativas na sua motivação para a aprendizagem. Este estudo segue uma abordagem qualitativa e quantitativa (mista), tendo sido aplicados questionários aos alunos (inicial e final), realizada a observação participante das sessões, focus group aos alunos e entrevistas semiestruturadas aos professores cooperantes. Para analisar os dados qualitativos foi utilizada a análise de conteúdo categorial e para os dados quantitativos a análise estatística. Os resultados permitem concluir que as metodologias ativas: contribuíram para um desenvolvimento significativo da motivação intrínseca e um aumento menos significativo da motivação extrínseca; permitiram uma evolução progressiva da motivação para a aprendizagem nas disciplinas de Português e História e Geografia de Portugal; e tiveram influência na forma como os alunos percecionaram a aprendizagem, atribuindo-lhe um maior significado, com mais autonomia e um maior sentimento de pertença ao grupo.
- O feedback colaborativo como promotor de competências de oralidade numa turma do 4º anoPublication . Garcia, Margarida Silvestre; Tempera, Tiago Bruno CorreiaO presente relatório desenvolve-se no âmbito da Unidade Curricular de Prática de Ensino Supervisionada II, integrada no Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e de Português e História e Geografia de Portugal no 2.º Ciclo do Ensino Básico. Este trabalho visa descrever e analisar de forma reflexiva a prática pedagógica desenvolvida com uma turma do 4.º ano do 1.º CEB e com duas turmas do 5.º ano do 2.º CEB. Apresenta-se, igualmente, a investigação realizada durante a intervenção na turma de 4.º ano de escolaridade. Considerando o impacto e importância que a forma como nos expressamos pode ter na vida atual e futura das crianças e a relevância de refletirmos sobre o trabalho que desenvolvemos, foi desenvolvida uma investigação cuja problemática orientadora foi a seguinte: De que forma o feedback dado pelo professor ou entre pares pode contribuir para uma autorregulação das apresentações orais dos alunos? No âmbito da investigação, foram criadas rubricas de avaliação que tinham como objetivo ajudar os alunos na autorregulação dos momentos de apresentações orais e, por conseguinte, contribuir para o desenvolvimento de competências de expressão oral. Face ao objeto de estudo, optou-se por um estudo exploratório, de natureza qualitativa, com recurso à observação participante, observação indireta e análise estatística das rubricas aplicadas. Os resultados do estudo permitem confirmar que o feedback dado pelo professor e pelos colegas, através das rubricas, foi fundamental para melhorar a autorregulação e as competências de expressão oral dos alunos. O acesso a critérios claros ajudou-os a estruturar e orientar as suas apresentações. As ações concretas indicadas nas rubricas mostraram aos alunos o que precisavam dominar para alcançar os objetivos. Isso contribuiu significativamente para o seu desenvolvimento.
- A saúde mental nos idosos institucionalizados: O papel da animação sociocultural na promoção do bem-estarPublication . Simões, Cristiana Alexandra da Mata; Pereira, Miguel Leite Borges da MataA presente dissertação, intitulada “A Saúde Mental nos Idosos Institucionalizados: O Papel da Animação Sociocultural na Promoção do Bem-Estar”, investiga o contributo das atividades socioculturais para a saúde mental de pessoas idosas residentes em lares, a partir da perspetiva dos profissionais que nelas intervêm. Desenvolvido no âmbito do Mestrado em Educação Social e Intervenção Comunitária, o estudo recorre a uma abordagem metodológica mista, combinando um estudo piloto, entrevistas semiestruturadas (n=25) e um grupo focal com animadores socioculturais. Participaram neste estudo 29 profissionais de diferentes áreas relacionadas com a intervenção gerontológica: 4 no estudo-piloto, 25 nas entrevistas e 7 no grupo focal. Os resultados evidenciam: • O reconhecimento da saúde mental como dimensão estruturante da qualidade de vida em contexto institucional, com impacto direto na adaptação ao lar e na participação ativa dos residentes; • A existência de constrangimentos estruturais, nomeadamente a escassez de profissionais de saúde mental, a prevalência de um modelo centrado nos cuidados físicos e o enfraquecimento dos laços familiares; • A eficácia de estratégias que valorizam a autonomia e a identidade dos idosos, como atividades artísticas, musicais, expressivas e intergeracionais; • A centralidade da animação sociocultural enquanto espaço de criação de vínculos, promoção da autoestima e combate à solidão. Conclui-se que a promoção da saúde mental em lares carece de uma abordagem integrada e multidisciplinar, que valorize a dimensão emocional do envelhecimento e reconheça a animação sociocultural como ferramenta pedagógica, relacional e terapêutica essencial para uma institucionalização mais humana, ativa e digna.
- O papel e as potencialidades dos jogos na interação e aprendizagem no pré-escolarPublication . Pinto, Ana Filipa Costa; Silva, Rita Margarida de Aquino Friães Neves daEste relatório espelha o percurso de intervenção e reflexão desenvolvidos ao longo da Prática Profissional Supervisionada II (PPS II), realizada num contexto de Jardim de Infância (JI). Durante cerca de quatro meses, a prática decorreu com um grupo de 25 crianças, entre os quatro e os seis anos, uma educadora de infância cooperante e uma assistente operacional, que em conjunto facilitaram a imersão na prática educativa. Este período foi crucial para a construção da minha identidade profissional decorrente da prática reflexiva e da investigação realizada, de que o presente relatório dá conta. A fundamentação desta intervenção educativa começou com uma caracterização detalhada do contexto socioeducativo onde a prática foi implementada. Esta fase permitiu uma integração gradual e informada, essencial para a compreensão das dinâmicas do contexto. A partir desta compreensão, desenvolvi uma investigação intitulada “O papel e as potencialidades dos jogos para a interação e aprendizagem no pré-escolar, com os seguintes objetivos: (i) mapear os jogos existentes na sala e aqueles a que as crianças recorrem com maior frequência; (ii) analisar o lugar e o papel que os jogos ocupam no dia a dia do grupo; (iii) identificar potencialidades dos jogos para as interações e para a aprendizagem em contexto de pré-escolar. Esta escolha emergiu da observação da importância dos jogos de mesa no quotidiano das crianças e da “filosofia pedagógica” preconizada pelo jardim de infância. A investigação assentou numa abordagem qualitativa, tendo sido norteada pela metodologia de estudo de caso. Para a recolha de dados, recorri a diversas técnicas, incluindo observação direta participante e não participante, entrevista semiestruturada com a educadora cooperante e questionários aplicados ao grupo de crianças em dois momentos diferentes da prática. Os resultados evidenciam que a estruturação pedagógica e a implementação dos jogos de mesa na sala de referência apoiaram a promoção da interação social e o desenvolvimento cognitivo das crianças. Exemplos disso incluem a construção espontânea de padrões matemáticos em atividades de enfiamentos de cores ou a colaboração na criação de um puzzle coletivo. Além disso, o envolvimento das crianças na negociação de regras e na entreajuda durante os jogos evidencia como estas dinâmicas promovem o desenvolvimento da autonomia e da cooperação. Tais interações reforçam a importância do brincar como elemento central na construção de aprendizagens significativas e na formação de relações sociais positivas. Este estudo dá pistas de como os jogos de mesa podem ser estrategicamente utilizados para enriquecer o processo educativo, sendo esta potencialidade confirmada pela participação ativa das crianças e pelo ambiente estimulante proporcionado pelos jogos.
- Fontes iconográficas: um recurso para uma prática integrada no ensino da história e geografia de Portugal no 2.º ciclo do ensino básicoPublication . Canas, Margarida Rodrigues; Dias, Alfredo GomesO presente Relatório de Prática de Ensino Supervisionada integra-se no Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e de Português e História e Geografia de Portugal no 2.º Ciclo do Ensino Básico. Este trabalho teve como finalidade principal articular investigação, reflexão crítica e intervenção pedagógica em contextos educativos diversificados, procurando compreender de que forma práticas diferenciadas podem potenciar aprendizagens mais significativas. A intervenção decorreu em dois ciclos de ensino distintos, sendo o 2.º ciclo marcado por grande diversidade cultural e desafios pedagógicos que exigiram estratégias inovadoras e centradas na participação ativa dos alunos. Paralelamente, foi desenvolvido um estudo investigativo subordinado à problemática: “De que forma podem as fontes iconográficas constituir-se como recursos didáticos promotores de aprendizagens significativas e integradas em História e Geografia de Portugal, no 2.º Ciclo do Ensino Básico?”. Este estudo teve como objetivos: analisar de que modo as fontes iconográficas promovem o ensino articulado da História e Geografia de Portugal; compreender o seu papel no desenvolvimento de competências histórico-geográficas; e refletir sobre a mobilização destes recursos no âmbito de uma prática integrada e crítica. A investigação, de natureza mista, recorreu à observação participante, análise documental, aplicação de grelhas e recolha de produções dos alunos. Os resultados evidenciam que a utilização sistemática de fontes visuais se revelou um recurso didático promotor da motivação, da autonomia e do desenvolvimento do pensamento crítico, contribuindo para uma aprendizagem mais contextualizada e interdisciplinar. Esta experiência reforçou a importância de uma prática docente intencional, reflexiva e sensível à diversidade, capaz de articular investigação e intervenção para promover o sucesso educativo e a formação integral dos alunos.
