Percorrer por autor "Barbosa, Joana Figueiredo Gomes Medeiros"
A mostrar 1 - 1 de 1
Resultados por página
Opções de ordenação
- Validação do uso de cone-beam computed tomography de kilovoltagem de um LINAC para a realização de estudos dosimétricosPublication . Barbosa, Joana Figueiredo Gomes Medeiros; Ferreira, Brígida da Costa; Ferreira, Sandra PolainasObjetivo: Determinar se o uso de imagens de Cone-Beam Computed Tomography de kilovoltagem de um acelerador linear para realizar estudos dosimétricos de Radioterapia tem igual precisão dosimétrica ao uso de imagens de Tomografia Computorizada de planeamento. Materiais e Métodos: Adquiriram-se imagens de Tomografia Computorizada dos fantomas CIRS® Electron Density e CIRS® IMRT Head & Torso com os protocolos clínicos, usados para planeamento dosimétrico. De seguida adquiriu-se para os mesmos fantomas e para o fantoma Catphan® 600, imagens de Cone-Beam Computed Tomography de kilovoltagem no OB®I do acelerador linear Clinac® 2100 DHX. Com as imagens adquiridas do Catphan® 600 criaram-se as curvas de calibração de Unidades de Hounsfield. Comparou-se o número de Unidades de Hounsfield entre os dois sistemas. Realizou-se um plano dosimétrico nos diferentes protocolos para o fantoma CIRS® IMRT Head & Torso com fotões de 6MV e 16MV nas imagens de Tomografia Computorizada. Transpôs-se o mesmo plano, para as imagens de Cone-Beam Computed Tomography de kilovoltagem de modo a comparar as diferenças nas unidades monitor e dose. Discussão de Resultados: Ao comparar as Unidades de Hounsfield obtidas, para o fantoma CIRS® Electron Density, na Tomografia Computorizada versus Cone-Beam Computed Tomography de kilovoltagem verificou-se uma diferença superior a 200 HU para os inserts Titanium Core e Trabecular Bone. Nos restantes inserts a média da diferença de HU´s obtidas entre os dois sistemas de aquisição foi de 172 HU´s. Para o fantoma CIRS® IMRT Head & Torso, que tem dimensões inferiores, a maior diferença obtida foi para o insert Dense Bone. No cálculo de dose constatou-se não existirem diferenças estatisticamente significativas de UM obtidas para as imagens de Tomografia Computorizada e Cone-Beam Computed Tomography de kilovoltagem. Conclusão: Poderá ser possível a utilização de imagens de Cone-Beam Computed Tomography de kilovoltagem no planeamento dosimétrico. No entanto, é necessário aprofundar o estudo avaliando os mesmos parâmetros em situações de cálculo de dose com diferentes algoritmos e técnicas de tratamento como IMRT e SBRT.
