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Compreensões de experiências em ciências por crianças de 3º e 6º de escolaridade

dc.contributor.authorSerôdio, Ana Maria
dc.contributor.authorBryant, Peter
dc.contributor.authorBárrios, Amália
dc.date.accessioned2011-11-25T16:27:02Z
dc.date.available2011-11-25T16:27:02Z
dc.date.issued2004-03
dc.description.abstractA identificação de experiências correctas e controladas para testar uma dada hipótese científica exige processos mentais complexos, sendo uma tarefa exigente para crianças. Foram formuladas as seguintes hipóteses: (1) as crianças compreendem o que é uma boa experiência para testar uma dada hipótese, e conseguem justificar correctamente as suas escolhas de forma clara e rigorosa; (2) as crianças têm um melhor desempenho quando as experiências correctas e incorrectas são apresentadas em dois grupos distintos (condição passiva), do que quando estão misturadas (condição activa); (3) o desempenho das crianças é influen¬ciado pelo seu conhecimento e/ou crenças acerca do fenómeno a ser expe¬rimentado; (4) o desempenho melhora com a idade; e (5) que o mecanismo do controle de variáveis é facilmente aprendido. Crianças do 3º e 6º anos de escolaridade (N = 36 de cada grupo etário) avaliaram experi¬ências em seis tarefas diferentes, sendo-lhes pedido para escolherem a experiência mais correcta e rigorosa para testar uma dada hipótese e para justificarem essa escolha. Os resultados mostraram que a maior parte dos participantes conseguiam distinguir uma experiência correcta em algumas das seis tarefas. O desempenho foi superior na condição passiva do que na activa. Em algumas tarefas, a natureza do fenómeno usado levou as crianças a manterem as suas ideias e crenças e responder incorrectamente. Também a relevância que as variáveis apresentavam para os participantes influenciou as suas escolhas de experiências correctas. Foram apenas encontradas pequenas diferenças entre os dois grupos etários. Quando o mecanismo de controle de variáveis lhes foi ensinado de forma directa e explicita, as crianças aprenderam e conseguiram transferir a sua aprendiza¬gem para outras situações científicas.por
dc.identifier.citationDa Investigação às Práticas - Estudos de Natureza Educacional 2004 Vol V Nº1 67-91por
dc.identifier.issn0874-9620
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.21/624
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherEscola Superior de Educação de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://www.eselx.ipl.pt/cied/publicacoes/inv/2004/6_COMPREENS%C3%83O%20DE%20EXPERI%C3%8ANCIAS%20EM%20CI%C3%8ANCIA%20POR%20CRIAN%C3%87AS%20DE%203%C2%BA%20E%206%C2%BA%20ANOS%20DE%20ESCOLARIDADE%20UM%20ESTUDO%20DE%20INTERVEN%C3%87%C3%83O.pdfpor
dc.titleCompreensões de experiências em ciências por crianças de 3º e 6º de escolaridadepor
dc.title.alternativeum estudo de intervênçaopor
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typearticlepor

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