Percorrer por autor "Pesqueira, Rafaela Alexandra de Matos"
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- Desenvolvimento de competências sociais e pessoais em crianças com perturbação do espectro de autismo e perturbação do desenvolvimento intelectual – O papel da Educação SocialPublication . Pesqueira, Rafaela Alexandra de Matos; Madureira, Isabel; Nunes, ClarisseO presente trabalho apresenta o projeto de intervenção desenvolvido no âmbito do Mestrado em Educação Social e Intervenção Comunitária, o qual pretendeu compreender e identificar o contributo de um programa de desenvolvimento de competências pessoais e sociais em alunos com Perturbação do Espectro do Autismo e Perturbação de Desenvolvimento Intelectual na inclusão destes jovens, assim como compreender o papel da Educação Social neste processo. Este projeto foi desenvolvido numa Unidade de Ensino Estruturado de uma escola básica do distrito de Setúbal e contou com a participação de cinco alunos com Perturbação do Espectro do Autismo, e de outro com Perturbação do Desenvolvimento Intelectual, com idades compreendidas entre os 13 e os 15 anos. Contudo, também estiveram envolvidos alguns alunos com desenvolvimento típico da escola, a professora de Educação Especial e duas Assistentes Operacionais. A concretização do projeto teve por base a metodologia de investigação-ação e desenvolveu-se em quatro fases: a primeira fase correspondeu à identificação da problemática, procedendo-se do diagnóstico das necessidades de intervenção; a segunda fase destinou-se à planificação do projeto, de acordo com as prioridades encontradas na avaliação inicial; a terceira fase consistiu na implementação de todo o projeto; e por último, a quarta fase focou-se na avaliação e no balanço final do projeto. Durante o estudo foram utilizadas várias técnicas de recolha e análise de dados, tais como: a pesquisa documental, a entrevista semiestruturada, a entrevista focus group, a observação participante, com recurso a grelha de observação, e os testes sociométricos. Os resultados do projeto evidenciam o desenvolvimento de algumas das competências pessoais e sociais e, embora as atividades permitissem o contacto com alunos com desenvolvimento típico e tivesse sido demonstrado uma crescente aceitação do grupo com desenvolvimento atípico, não foi claro a contribuição para a inclusão do mesmo grupo.
