Percorrer por autor "Moreira, Helena"
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- Magnesium, insulin resistance and body composition in healthy postmenopausal womenPublication . Laires, Maria J.; Moreira, Helena; Monteiro, Cristina P.; Sardinha, Luís; Limão, F.; Veiga, Luísa; Gonçalves, Alice; Ferreira, A.; Bicho, ManuelObjective: This study was conducted to determine the association between magnesium (Mg), body composition and insulin resistance in 136 sedentary postmenopausal women, 50 to 77 years of age. Methods: Diabetics, hypertensives and women on hormonal replacement therapy were excluded and the remaining 74 were divided according to BMI≥25 (obese: OG) and BMI<25 kg/m2 (non-obese: NOG). Nutritional data disclosed that intakes were high for protein and saturated fat, low for carbohydrates, polyunsaturated fat and Mg and normal for the other nutrients, according to recommended dietary allowances (RDA). Mg values in red blood cells (RBC-Mg) and plasma (P-Mg), were determined, as were fasting glucose, and insulin levels, Homeostasis Model Assessment (HOMA), body mass index (BMI), body fat percent (BF %), abdominal fat (AF) and free fat mass (FFM). Results: RBC-Mg values were low in both groups when compared with normal values. There were significant differences in body composition parameters, HOMA and insulin levels, with higher basal insulin levels in OG. RBC-Mg was directly correlated with insulin, HOMA and FFM in both groups, according to Pearson correlations. HOMA in OG was also directly correlated with BMI, FFM and AF. In NOG, HOMA was only correlated with FFM. The low RBC-Mg levels observed were probably due to low Mg intake and to deregulation of factors that control Mg homeostasis during menopause. Conclusions: Both Mg deficit and obesity may independently lead to a higher risk for insulin resistance and cardiovascular disease.
- Qualidade de vida e saúde: aplicações do WHOQOLPublication . Canavarro, Maria Cristina; Pereira, Marco; Moreira, Helena; Paredes, TiagoO instrumento World Health Organization Quality of Life (WHOQOL) destina-se à avaliação da qualidade de vida (QdV), tendo sido desenvolvido em coerência com a definição assumida pela Organização Mundial de Saúde (OMS), isto é como a percepção do indivíduo sobre a sua posição na vida, dentro do contexto dos sistemas de cultura e valores nos quais está inserido e em relação aos seus objectivos, expectativas, padrões e preocupações. Trata-se de uma definição que resulta de um consenso internacional, representando uma perspectiva transcultural, bem como multidimensional, que contempla a complexa influência da saúde física e psicológica, nível de independência, relações sociais, crenças pessoais e das suas relações com características salientes do respectivo meio na avaliação subjectiva da qualidade de vida individual.
- Uma transformação chamada desejo: uma investigação autobiográfica a partir de processos de criação híbridosPublication . Moreira, Helena; Xavier, MadalenaA peça Uma Transformação Chamada Desejo nasce no contexto do Mestrado em Criação Coreográfica e Práticas Profissionais, da Escola Superior de Dança, na área de especialização em coreografia. Os estímulos para a criação são distintos, de coreógrafo para coreógrafo, e não são estanques durante o percurso artístico. O mote para esta criação, surge de um impulso interior, de uma urgência em exteriorizar uma inquietação e propõe-se como uma investigação artística que parte do autobiográfico para se expandir ao coletivo. A investigação centra-se na criação de um solo de dança contemporânea que explora o corpo enquanto espaço de memória, repositório de experiências e veículo de transformação. O trabalho tem como principal motivação a necessidade de dar um novo significado a vivências pessoais marcadas por traumas e fragilidades, transformando-as em motores criativos. Neste processo, o corpo é entendido simultaneamente como criador e intérprete, assumindo uma dimensão de autodescoberta e de reinvenção. A investigação articula dois eixos metodológicos: a improvisação, enquanto estratégia de composição e presença, e a técnica clown, enquanto pedagogia da vulnerabilidade, do erro e do ridículo. A aproximação ao Lume Teatro, através de residências artísticas e formações, consolidou uma prática híbrida que alia rigor físico, escuta e disponibilidade para o encontro com o público. Do ponto de vista processual, a obra desenvolveu-se em múltiplos contextos, incluindo residências, workshops e colaborações com artistas convidados, resultando numa dramaturgia que privilegia a autenticidade, o risco e a abertura ao imprevisto. Elementos como figurino, sonoplastia e objetos foram integrados de forma a ampliar a narrativa e sustentar a proposta de transformação. A peça estreou em 2025 em diferentes espaços nacionais, confirmando a pertinência de cruzar autobiografia e práticas híbridas para gerar uma experiência performativa singular.Enquanto investigação, Uma Transformação Chamada Desejo reafirma o valor da criação artística não apenas como produto final, mas como processo contínuo de investigação e de transformação pessoal e coletiva. Através da exposição do corpo autobiográfico, o projeto propõe a arte como espaço de cura, libertação e partilha, onde a fragilidade se converte em potência criadora
