Percorrer por autor "Felisberto, Liliana do Carmo Claro"
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- Gastos ocultos e competitividade empresarialPublication . Felisberto, Liliana do Carmo Claro; Ribeiro, Manuel da SilvaA competitividade empresarial há muito que vem sendo abalada, não só em Portugal como em todo o mundo, em boa parte devido à grave crise económico-financeira mundial que atravessamos e da qual tem decorrido um afrouxamento geral do ritmo de actividade económica. Face àquela situação, as empresas têm procurado resistir reduzindo gastos, actuando, por um lado, sobre os mais significativos e, por outro, sobre os mais redundantes e/ou mais supérfluos. Na ânsia de tal redução importa, todavia, ter a consciência que há determinado tipo de gastos cuja evolução influencia decisivamente a competitividade mas que não são facilmente observáveis e, por isso, de difícil controlo. Referimo-nos aos gastos ocultos que incorporam indirectamente os gastos contabilisticamente relevados mas cuja gestão nem sempre é tida em linha de conta porque, aparentemente, não existem. São disso exemplo os relacionados com turnover e absentismo, não aproveitamento de capacidades existentes, deficiências comunicacionais, qualidade do capital humano, etc. Para que as empresas consigam uma maior competitividade empresarial é também essencial que tenham consciência da existência de gastos ocultos e das implicações que os mesmos podem ter no seu desempenho económico. Com este estudo pretendeu-se dar a conhecer alguns daqueles gastos mais comuns e avaliar o reconhecimento de gastos ocultos por parte dos gestores portugueses, tendo-se dirigido um questionário aos gestores/administradores de 94 empresas. Através da análise dos dados principais foi possível observar que, apesar de afirmarem ser necessário conhecer e quantificar os gastos ocultos, não os consideram como factor decisivo para o melhor desempenho económico das suas empresas.
