Percorrer por autor "Carvalhais, Alice"
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- Evidence-based physiotherapy and clinical guidelines: attitudes, knowledge and implementation among clinical educatorsPublication . Araújo, Fábio A.; Carvalhais, Alice; Stas, Hélène; Lopes, Sofia; Brochado, GabrielaABSTRACT - Introduction – Evidence-based physiotherapy (EBP) is now well established in the teaching curricula, leading to expectations that students will have opportunities to implement EBP steps during internships. However, the position of clinical educators towards EBP can act against this educational process. Aims – Our aims were to describe for the first time EBP domains in clinical Portuguese educators and to quantify associations between individual exposures with EBP-related outcomes. Methods – A cross-sectional mail survey to clinical educators from the physiotherapy course of CESPU was conducted. Two mailings were sent to 289 contacts (separately and three weeks apart). Sociodemographic and postgraduate information was collected as exposure variables and a questionnaire on EBP domains was created. Results – There was a positive attitude towards EBP (all five questions ≥87%). Although 25% of the sample received no training in EBP, almost all of the participants reported knowing how to ‘ask’, ‘search’, and ‘critically appraise’. Only 60% of educators used clinical guidelines and less than half could integrate their recommendations into practice. Complementary training between 16h-30h/per year was positively associated with different aspects of EBP (all documented at p≤0.009), with decreasing trends in the strength of the associations after those intermediate values. Discussion – Although the picture of EBP domains among clinical educators seemed quite regular in comparison with other samples, only 60% of them declared using clinical guidelines in their practice (vs. 86%). Conclusions – Clinical educators in physiotherapy seem to have a positive attitude towards EBP with high levels of previous training in the area. However, the use of Clinical Guidelines and how to integrate their recommendation into practice both need to be promoted. The target range for complementary training seems to be between 16-30h/per year. Out of this scenario, there appears to exist an excessive focus on the component of ‘clinical expertise’ of EBP.
- Perfil comportamental dos estudantes do ensino básico relacionado com a mochila escolarPublication . Ribeiro, Daniela; Santos, Paula Clara; Simões, Daniela; Venâncio, João; Firmino-Machado, João; Carvalhais, Alice; Ferreira, MargaridaObjetivo – Determinar e analisar o perfil comportamental dos estudantes do primeiro ciclo do ensino básico sobre o uso da mochila escolar. Método – Estudo observacional, analítico e transversal. A amostra foi constituída por 88 estudantes do 1º ciclo do ensino básico no concelho de Vila Nova de Famalicão (Portugal). Foi aplicado um questionário para avaliar o comportamento dos estudantes relativamente ao tipo, modo de transporte, organização do material escolar e peso da mochila. Resultados – Todas as mochilas apresentavam duas alças e eram reguláveis. A maioria dos estudantes de todos os anos letivos transportava a mochila de alças nos dois ombros. No geral, os estudantes do 1º ciclo distribuíam o material de forma desorganizada pelos compartimentos da mochila e colocavam o material mais pesado afastado da coluna vertebral, não se verificando diferenças significativas. O índice de proporção mostrou que os estudantes transportavam as mochilas com peso inferior a 10% do peso corporal, exceto os estudantes do 1º ano de escolaridade (p<0,05). O peso transportado nas mochilas era significativamente assimétrico durante os dias da semana e entre os níveis de escolaridade (p<0,05). Conclusões – A maioria dos estudantes do 1º ciclo transportava a mochila com as alças nos dois ombros; porém, desconheciam as características adequadas do tipo de mochila e da distribuição uniforme do material escolar. A variação da carga da mochila durante a semana entre os níveis de escolaridade era significativamente inconsistente, mostrando que o índice de proporção de carga era mais elevado no primeiro ano de escolaridade.
