Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10400.21/11276
Title: O perito externo nos modos de regulação do programa TEIP2: regulado, regulador e recurso de regulação
Author: Gama, Ana
Keywords: Políticas públicas
Territórios Educativos de Intervenção Prioritária
UID/CED/00194/2013
Issue Date: 2018
Citation: Gama, A. (2018). O perito externo nos modos de regulação do programa TEIP2: regulado, regulador e recurso de regulação. In A.Neto-Mendes, J.A. Costa, M. Gonçalves, & D. Fonseca (Orgs.), Livro de Atas Rede escolar – (re) configurações, tensões e desafios, VIII Simpósio de Organização e Gestão Escolar (pp. 101-125). Universidade de Aveiro Editora. ISBN: 978-972-789-577-9.
Abstract: O Estado no sentido de assegurar o seu papel na definição, pilotagem e execução das políticas tem alterado os seus modos de intervenção governativa, uma vez que tem de partilhar este papel com outros atores e entidades que se situam em diferentes níveis e domínios de ação. É perante estes desafios que tem sido evidenciado, pelos trabalhos desenvolvidos no campo da análise das políticas públicas, a crescente utilização de instrumentos de regulação baseados no conhecimento, sendo o recurso aos peritos e ao conhecimento pericial exemplo disso. Esta comunicação, que integra um estudo mais amplo, visa apresentar os modos de regulação criados no programa Territórios Educativos de Intervenção Prioritária de “segunda geração” (TEIP2) e discutir os vários papéis “atribuídos” ao perito externo nos processos de regulação do programa. Os dados que se apresentam são provenientes de uma pesquisa descritiva e interpretativa e recolhidos através de entrevistas semiestruturadas realizadas a 12 peritos externos e de análise documental 20 a um conjunto diversificado de documentos (legislação, Contrato Prestação de Serviços, etc.). Os resultados apontam que os modos de regulação implementados no programa TEIP2 integram mecanismos burocráticos (atos, regras e procedimentos) e pós-burocráticos (procedimentos de avaliação, “partilha de práticas”, contratualização, ações de formação, a criação de um ator para acompanhar o programa – perito externo, etc.) Também é evidente que a ação do perito externo vai assumindo várias “formas” nos processos de regulação, mormente: regulado, regulador e recurso de regulação.
Peer review: no
URI: http://hdl.handle.net/10400.21/11276
ISBN: 978-972-789-577-9
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