Vilhena, EstelaPais-Ribeiro, José LuísPedro, LuísaSilva, IsabelMeneses, RuteCardoso, HelenaMartins-da-Silva, AntónioMendonça, Denisa2017-01-172017-01-172016-01Vilhena E, Pais-Ribeiro JL, Pedro L, Silva I, Meneses RF, Cardoso H, et al. Qualidade de vida em doentes crónicos portugueses. In: Marques S, Bernardes S, editors. Resumos do 11º Congresso Nacional de Psicologia da Saúde, ISCTE-IU, 26-29 de janeiro de 2016. Psicologia, Saúde & Doenças. 2016;16(Suppl):25.http://hdl.handle.net/10400.21/6728O objetivo do estudo é testar um modelo hipotético: impacto da perceção do suporte social, do afeto positivo e negativo e da adesão, nas componentes da QV (bem-estar geral, saúde física e mental), controlando para fatores sociodemográficos (sexo, idade, escolaridade e classificação da sua doença). Participaram 774 doentes Portugueses crónicos (70,5% mulheres, idade M=43 anos (DP=11,6), anos de escolaridade M=9,6 anos (DP=4,7). O questionário inclui as variáveis referidas acima. Utilizou-se o Modelo de Equações Estruturais para testar a qualidade do modelo teórico hipotético. As relações entre as variáveis foram estimadas usando o método de Máxima Verosimilhança. Utilizou-se o software EQS 6.1. Os resultados mostram um ajustamento razoável do modelo, CFI=0,86 e RMSEA=0,05. Controlando para as variáveis sociodemográficas e clínicas, verificou-se que um melhor suporte social, afeto positivo e uma melhor adesão aos tratamentos tem um impacto simultâneo, estatisticamente significativo, positivo, no bem-estar geral; melhor suporte social e afeto positivo contribuem para uma melhor saúde física; melhor suporte social, afeto positivo e adesão aos tratamentos contribuem simultaneamente para uma melhor saúde mental. Os resultados sugerem que um melhor suporte social, afeto positivo e melhor adesão aos tratamentos podem facilitar o doente à sua nova condição de vida, atitudes, que por sua vez contribuirão para uma menor QV.porDoença crónicaQualidade de vidaPortugalQualidade de vida em doentes crónicos portuguesesconference object