Barrão, SandraMedeiros, Marco DutraCamacho, Pedro2019-03-282019-03-282018Barrão S, Dutra-Medeiros M, Camacho P. O diagnóstico da DMI precoce e intermédia: quais os achados no OCT e no OCTA. In: DMI (Degenerescência macular da idade): 25 perguntas & respostas. Lisboa: Grupo de Estudos da Retina; 2018. p. 55-64.http://hdl.handle.net/10400.21/9798A degenerescência macular da idade (DMI) é uma das principais causas de cegueira irreversível. Sendo a magnitude da DMI acentuada pelo envelhecimento da população mundial, o que a reveste de um particular interesse em saúde pública, é importante poder-se separar e compreender as alterações iniciais da doença, ao nível das camadas mais externas da neuroretina incluindo os fotorreceptores, o epitélio pigmentar retiniano (EPR), a membrana de Bruch (MB) e a coriocapilar, do próprio processo normal do envelhecimento humano. Apesar da retinografia policromática se manter como o gold standard na identificação e estadiamento da DMI, a tomografia de coerência ótica (OCT) tem sido um valioso instrumento para a caracterização e monitorização da DMI. Com o recurso à imagiologia ocular foram descritas as manifestações iniciais desta doença, ao nível das estruturas mais externas como o epitélio pigmentar da retina (EPR), a Membrana de Bruch (MB), os fotorreceptores e a coroide, surgindo determinadas localizações topográficas com particular relevo. É de primordial importância destrinçar os possíveis processos normais do envelhecimento humano, ao nível da retina, das formas iniciais e/ou intermédias da DMI, com risco acrescido de progressão para as formas tardias.porOrtópticaDMIDegenerescência macular da idadeOCTOCTAEnvelhecimentoO diagnóstico da DMI precoce e intermédia: quais os achados no OCT e no OCTAbook part