Sousa, RuiSilva, JoanaHenriques, MadalenaCavaco, SofiaClérigo, Anália MatosFonseca, Virgínia2025-12-232025-12-232025-11Sousa R, Silva J, Henriques M, Cavaco S, Matos A, Fonseca V. Cardiotoxicidade: avaliação do strain da aurícula esquerda por ETT. In: 7ª Reunião Internacional da RACS 2025, Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (Portugal), 26-28 de novembro de 2025.http://hdl.handle.net/10400.21/22406Introdução: O cancro da mama é uma das neoplasias malignas mais prevalentes, sendo a cardiotoxicidade induzida pelo tratamento com antraciclinas e trastuzumab uma complicação importante, associada à disfunção miocárdica e à insuficiência cardíaca. O ecocardiograma transtorácico (ETT) é considerado o método gold standard na avaliação da função cardíaca, sendo a fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) e o strain longitudinal global (GLS) os principais parâmetros utilizados para a deteção precoce de cardiotoxicidade. O strain da aurícula esquerda (AE) representa a deformação miocárdica desta estrutura e a sua avaliação é realizada com base em três parâmetros principais, entre os quais se destaca o peak atrial longitudinal strain (PALS) por melhor refletir a função global da AE. O strain da AE surge, deste modo, como um potencial marcador precoce de cardiotoxicidade induzida pela quimioterapia. Objetivo: Avaliar o strain da aurícula esquerda, por ETT, como preditor de cardiotoxicidade, em diferentes fases do tratamento com antraciclinas e trastuzumab, em mulheres com neoplasia da mama.porCardiotoxicidadeQuimioterapiaEcocardiograma transtorácicoStrain da aurícula esquerdaPeak atrial longitudinal strainPALSCardiotoxicidade: avaliação do strain da aurícula esquerda por ETTconference poster