Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.21/6732
Título: Vivência parental do cancro: estudo com pais de adolescentes sobreviventes de cancro
Autor: Santos, Margarida Custódio dos
Amorim, Inês C.
Moura, Maria de Jesus
Palavras-chave: Oncologia
Adolescente
Vivência parental
Cancro pediátrico
Escala de Experiência Parental da Doença Infantil
Sobrevivência
Data: Jan-2016
Citação: Santos M, Amorim IC, Moura MJ. Vivência parental do cancro: estudo com pais de adolescentes sobreviventes de cancro. In: 11º Congresso Nacional de Psicologia da Saúde, ISCTE-IU, 26-29 de janeiro de 2016. Psicol Saúde Doenças. 2016;16(Suppl):73-4.
Resumo: Atualmente há um número crescente de pais com filhos sobreviventes de cancro na infância. Na sua maioria, crianças e pais vivem de forma adaptada, contudo efeitos adversos da doença/tratamento são comuns. Apesar de existirem estudos sobre adaptação parental sabe-se menos acerca da trajetória de adaptação e da vivência parental da sobrevivência. O objetivo deste estudo foi explorar a vivência do cancro em pais de adolescentes sobreviventes de cancro. Oito casais preencheram a Escala de Experiência Parental da Doença Infantil e o BSI e responderam a uma entrevista semi estruturada. Relativamente à fase do diagnóstico os pais referiram perturbação emocional mas igualmente motivação para o confronto e esforços de normalização. Foram apontadas consequências positivas e negativas a curto e longo prazo. Na vivência atual, apesar de a grande maioria dos pais considerar que a doença está controlada, referem ambivalência emocional e apresentam sintomatologia de SPT, associada à experiência da doença/tratamento e às suas consequências. Há diferenças entre pais e mães quer na fase do diagnóstico, quer na fase de sobrevivência, com as mães a evidenciarem maior perturbação emocional. A fase de diagnóstico é vivida com perturbação e normalização. As implicações da doença e do tratamento prolongam-se no tempo e são vividas com preocupação e perturbação. Os resultados podem contribuir para a adequação da intervenção com os pais nas várias fases da doença.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.21/6732
Versão do Editor: http://11cnps.iscte-iul.pt/sites/default/files/docs/livro_resumos.pdf
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